terça-feira, 28 de outubro de 2014

Algures na mata...

Algures na mata , 14 de agosto    

Minha amada,

            Escrevo-lhe esta carta para me redimir, ou pelo menos tentar, pelo meu maior pecado : deixar partir a mulher mais bela que vi em toda a minha vida .

          Oxalá pudesse voltar atrás no tempo e nunca ter ido a casa naquela noite, abandonando-a . Mas, minha donzela, fique de olhos bem abertos, porque eu irei aparecer, eu irei aparecer … E aí , no preciso momento em que a libertar , aí sim, aí irei mostrar-lhe todo o amor que nutro por si !

                          

Beijos,

Do seu caçador 


Simão, 7ºA

(texto editado)
   
 






 

 

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