Querida Donzela, Caceforest, 28 de setembro de 1245
peço perdão por não a ter levado comigo e por tê-la deixado sozinha. Estava um pouco confuso. Fiquei muito arrependido; então, decidi voltar à mata para a ir buscar, mas não a encontrei em lado nenhum. Depois, avistei-a ao longe com uma cavalaria de senhores e fidalgos e grande tropelia.
Estou loucamente apaixonado por si. Quero encontrar-me consigo algum dia destes, pois estou com bastantes saudades.
Estou bastante arrependido. Gostava muito que me perdoasse.
Beijos,
Caçador
Clara Gonzaga, nº 8 7ºB
(texto editado)
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