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quinta-feira, 9 de abril de 2015

O barco do Eduardo


   Eu vivia numa rua onde também viviam três amigos meus. Éramos os melhores amigos, fazíamos tudo juntos.

   Um dia, estávamos os quatro a conversar e eu disse-lhes:

   -Tive uma ideia mesmo divertida!-exclamei eu.

   -Ai sim? Qual é?-perguntou o João.

   -Já alguma vez andaram de barco?

   -Não, porquê?-disseram eles.

   -Porque estive a pensar e lembrei-me que o meu pai tem um pequeno barco em casa. Podíamos pegar nele enquanto o meu pai não estivasse a olhar e íamos andar de barco. Que tal?

   -Por mim, tudo bem- exclamou o Simão.

   -Parece ser divertido! Eu alinho-disse o João.

   -Então eu também vou- disse o Filipe.

   -Está combinado, amanhã vamos andar de barco!-disse eu.

(…)

   Depois de pegarmos no barco do meu pai e o levarmos pela floresta (posso dizer que custou), chegámos a um grande lago perto da minha casa. Era um lago mesmo grande, com uma água límpida e transparente onde a luz do sol reluzia e apenas uns peixinhos laranjas e pequeninos nadavam em grupo.

   Logo que pusemos o barco na água, saltámos para cima dele e remámos durante algum tempo até chegarmos a um sítio lindo, repleto de árvores à volta do lago e onde pequenos animais saíam das árvores.

   Remámos, mais ao menos, uma hora, mas depois estávamos cansados e voltámos para casa (felizmente o meu pai não deu pela nossa falta, senão…) Mas posso dizer que foi um dia muito divertido.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Perdida nas férias!


Todos os verões, eu e a minha família inteira costumamos encontrar-nos em Mira, numa casa de férias construída e acabada de geração em geração. É uma casa amarela com um pinhal, com piscina, com duas camaratas (a dos rapazes e a das raparigas), e com seis quartos (um para cada casal).
Certo dia, a minha tia Manela, quando eu tinha por volta dos seis anos, decidiu levar toda a criançada à praia.
Na praia, as ondas pareciam ótimas, mas a diversão pouco durou, ao descobrirmos que estava bandeira vermelha, e ao fim de uma hora fomos embora. Foi ao entrar no carro que me lembrei que tinha deixado os meus chinelos na praia. Quando voltei para o carro, já ninguém estava lá. Pensei que tivessem ido a pé sem mim, por isso decidi tentar descobrir um caminho para voltar para casa e acabei por me perder no meio de um mato por onde entrei. Comecei a assustar-me, pois já estava a escurecer. Estava tão cansada e assustada que acabei por adormecer. Passado algum tempo apareceu um cão ao longe, e tive medo que ele me mordesse! Olhei bem, e vi que não se tratava de um cão, mas sim da cadela dos meus avós. Não tarda apareceu o meu pai, que me abraçou e levou para casa!
Hoje sei que a minha tia não se tinha ido embora, mas deu pela minha falta e foram todos à minha procura!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O meu sonho de ser hoquista


Ali estava eu, a ver o meu primeiro jogo. Achei que não iria gostar. Quando lá cheguei, só me queria ir embora, mas a minha mãe disse-me:
- Diogo, está na hora de começares a praticar um desporto. Espera até que o jogo comece e vais ver.
- Está bem…
Logo que ouvi o apito inicial, percebi que era aquele o meu desporto. A minha mãe nem precisou de perguntar, percebeu-o através da minha felicidade.
No dia seguinte, não parava de falar de hóquei, e todos os meus amigos pareciam gostar. Eu estava ansioso pelo fim da tarde, pois quando acabassem as aulas eu iria novamente ao Pavilhão das Goladas, mas, desta vez, ia ser eu a experimentar. Quando cheguei, calcei os patins que me ofereceram e fui para dentro do ringue. Eu «fartava-me» de cair mas, com tanta felicidade, nem sentia as dores. Logo que comecei a aperfeiçoar a patinagem peguei num «stick», mas mal aguentava com ele. Apesar de eu achar que aquilo iria ser muito difícil, o meu treinador sempre me disse para eu nunca desistir do que realmente queria. Eu, lá dentro, sentia-me bem, o ringue era bonito, tudo era perfeito.
O clube chamava-se Hóquei Clube de Braga, mais conhecido por H.C.B.
Mesmo tendo entrado mais tarde do que os outros, não pretendo desistir e espero ser melhor que os outros.

A aventura do Zé Pedro

Na minha infância tive muitas aventuras, mas eu gostei especialmente de uma
          No verão vamos à aldeia e costumamos ir ao rio, que se situa em Gondiães. Esse rio é grande, calmo e bonito. O único problema são os moscardos. Eu e a minha prima Sara gostamos muito de lá ir por ter pranchas de saltar, tanto na parte baixa, como na parte funda que é onde eu e a minha prima costumamos ir.
          Um dia eu disse à minha prima:
         - Vou tentar dar um mortal no ar e cair na água.
Ao que ela respondeu:
         - Ok, mas tem cuidado, eu acredito em ti. Fui para a ponta da prancha, balancei-me um pouco, mas acabei por ter medo.
          Foi assim sucessivamente até que, antes de vir embora, eu perdi o medo. Saltei o mais alto que consegui, pus-me em posição de bomba e rodopiei. Nesse momento, vi toda a gente a olhar para mim. De repente, caí na água, voltei para a superfície e fui para casa e, à vinda, todos me deram os parabéns!

Sentem-se, apertem os cintos e desfrutem da viagem


Ainda éramos três naquele tempo. Era eu a minha prima Cláudia,  e o meu irmão tomas.  A “Lau” era a mais velha.
Sim. Nós sabíamos que aquele dia teria que ser memorável. Era o primeiro dia de férias de verão! Estava calor e sol, naturalmente.
Então, decidimos, no fim de um almoço em família, ter alguma aventura.
Estávamos decididamente “fartos” de ir andar de bicicleta por caminhos desconhecidos, de conhecer novas pessoas, etc.
Daquela vez iríamos fazer algo improvisado.
Foi nesse momento que me ocorreu uma solução.
- Lau! Ajuda-me a tirar esse atrelado da terra, e tu, Tomás… vai procurar cordas e encostos.
Assim fizemos. Tiramos o atrelado e levámo-lo para o campo. Quando o Tomás chegou com as cordas e com almofadas bem grandes, atámos as almofadas ao atrelado com as cordas, sentámo-nos nas almofadas e agarrámo-nos ao ferro da frente, que permitia controlar as rotas do “carroço”.
- Mafalda, o que vais fazer? -  interrogaram confusos.
- Cavalheiros, sentem-se, apertem os cintos e desfrutem da viagem.
Eles riram.
Quando já estávamos instalados dei um pontapé no pau que estava a segurar o atrelado, e aquilo começou a descer rápido de mais. Foi o suficiente para perder o controlo. E lá em baixo, havia um celeiro. Já estávamos, literalmente, a prever o desastre.
O Tomás atirou-se fora do atrelado, pegou num pau e atirou-o às rodas, o que fez com que abrandasse.
Nunca mais voltámos a atar almofadas a um atrelado...

Mafalda

terça-feira, 31 de março de 2015

O peixe-aranha da Carolina

Estava um dia de verão quente e soalheiro, e na praia do Alvor soprava uma brisa suave. O mar espumoso refletia o sol, que se olhava, vaidoso, nas ondas calmas e esverdeadas. A areia dourada enchia o meu corpo, que parecia um croquete pronto a fritar.
Era uma brincadeira que todos os miúdos gostavam de fazer: depois de nadarmos no mar, ninguém se secava, pois íamos todos rebolar na areia para ficarmos cheios dela por todo o lado, para grande desespero dos pais.
Eu e a minha irmã Maria estávamos a brincar ao “croquete”, quando, de repente, deixámos de ver os nossos pais.
- Carolina, os pais estão aqui, vamos dar um mergulho porque estamos cheias de areia e, assim, vamos conseguir vê-los.
- Está bem, mas é só um mergulhinho - disse eu, quase a chorar.
O mar estava quentinho e eu, com a ajuda da minha irmã, mergulhava para tirar a areia. Mas, de repente, senti uma dor aguda no pé e comecei a chorar.
A minha irmã, preocupada, tirou-me da água e, avistando os pais, que entretanto nos tinham ido procurar, arrastou-me até eles.
- Que se passa? – perguntou a voz calma da mamã.
- Dói o pé – disse eu, cheia de dores.
A minha mãe levou-me ao nadador salvador, que observou o meu pé e disse:
-Foi mordida por um peixe-aranha.
Eu, sem saber o que era isso, comecei a chorar ainda mais, mas o rapaz desinfetou-me o pé e massajou-o, e ele ficou como novo.

O Muro do Simão



   Na casa dos meus avós há um muro. Um muro de cimento, todo cinzento, muito largo e bastante alto. Um muro que sempre esteve lá. Pelo menos, que eu me lembre No ano passado, os meus avós deixaram-nos, a mim e aos meus primos, fazer lá graffiti, de modo que o muro ficou mais "fixe". Há também uns arames onde  a minha avó pendura a roupa.
    Estava eu e os meus primos, reunidos naqueles domingos em que todos vão almoçar à casa dos avós, quando o Dinis disse:
     - Ei , e se fossemos ver o que está atrás daquele muro?
     É óbvio que nós sabíamos o que era , era um campo de relva, com um desnível algures, e com um rebanho de ovelhas, mas é claro que, visto do outro lado do muro, era melhor:
      - Sim! - disse eu.
      - Então , eu também vou ! - disse o Xavier.
      - Eu também quero! - suplicou o Gil.
      E lá fomos nós! Amarrámos as mãos aos arames e, pé ante pé, subimos, saltando, logo a seguir , para o outro lado.
      Começámos por ir brincar com as ovelhas, depois atirámos pedras, de muito longe para ele não ver quem foi, ao cavalo e fomos indo assim, andando de um lado para o outro, até que vimos uma casa abandonada.
       Tentámos abrir a porta , mas ouvimos um berro e fomos logo embora.
        E foi assim a aventura!

Simão

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Retrato de um senhor dom Duarte





(Fonte: http://3.bp.blogspot.com, consultada em 29/12/2014)


Sou uma pessoa magra e de altura normal para a minha idade. Não sou muito alto, como certos colegas meus. O meu cabelo é médio e castanho e os meus olhos têm uma cor semelhante à do cabelo.

Sou simpático e “querido” para quem o merece, pois às vezes as pessoas abusam disso, coisa de que eu não gosto. Não gosto de falar mal de ninguém “nas costas” nem que o façam a mim, prefiro até que "gozem" comigo, mas “na minha cara”. Sou amigo do meu amigo, cauteloso, por vezes desconfiado e arrumado. Gosto de conhecer gente nova.

Gosto muito de música, mas não tenho muitas preferências: gosto de música portuguesa, comercial, clássica...

Adoro comer chocolate, mas não em demasia, senão fico enjoado; e amo gomas. Gosto muito de comida "de plástico". É claro que também como muitas outras coisas e adoro Coca-Cola e Ice Tea de manga. Divirto-me a jogar computador, a gravar e editar vídeos cómicos - e por vezes vergonhosos - de mim mesmo e a minha mãe gosta que eu faça isso.

Estar em frente a um computador às vezes é a minha única fonte de felicidade, pois quando estou bastante triste, um vídeo do “wuant” (youtuber português muito conhecido) anima-me.

Em suma, considero-me um rapaz que gosta de jogar computador, aprecia ver vídeos e ouvir música. Sou simpático e amigo. Tenho um aspeto normal (pois não me importo com isso), nunca me apetece ir para a cama à noite, nem gosto de comer. Sou um aluno mediano e, por vezes, não me apetece nada estudar!
 
 

sábado, 31 de janeiro de 2015

Retrato de um senhor (Diogo)





(Fonte: http://3.bp.blogspot.com, consultada em 29/12/2014)


Eu sou o Diogo, tenho 12 anos e vivo em Escudeiros. Sou um pouco baixo para a minha idade, tenho olhos verdes clarinhos, cabelo castanho, nariz pequeno e redondo, tenho os braços e as pernas igualmente compridos e sou magrinho.


Como toda a gente, tenho traços positivos e negativos. Sou divertido e carinhoso. Penso que sou inteligente e brincalhão, mas quando é para estudar, eu estudo. Por vezes posso ser “chato” e um pouco desobediente, mas ando a tentar melhorar.

Adoro tocar trompa. Cada vez que toco, não me apetece mais parar. Também gosto muito de fazer desporto. Gosto de estar sempre bem arranjado, de jogar hóquei com o meu irmão e passear com o meu cão.

Em suma, gosto de ser quem sou e espero nunca mudar. Ou então, mudar para melhor.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Retrato de uma senhora (Carolina)






(Fonte: http://bertc.com/g9/images/magritte_3.jpg, consultada em 29/12/2014)


Tenho uma estatura média para os meus doze anos, pele clara, um nariz um pouco arrebitado, olhos de um castanho claro, assemelhando-se a duas avelãs e cabelo – também ele castanho claro – que, quando brilha ao sol, se torna cor de mel.


Sou uma rapariga curiosa e divertida, que gosta de sorrir e de sonhar. Sou arrebitada e malandra, mas disposta a ajudar os outros.

Do que eu mais gosto em mim são os meus sinais nas costas (por isso, nas festas uso vestidos com decote para se verem). Sou também um pouco egocêntrica (do que não gosto nada!), mas estou a tentar melhorar, o que, como tudo na vida, vai ser difícil e penoso.

Gosto de ler, de ouvir música, gosto do cheiro dos lençóis acabados de lavar, de um gelado no verão, de tocar flauta, de conversar com os meus amigos, de me deitar na relva acabada de cortar e de adivinhar as formas das nuvens.

Resumindo, considero-me boa pessoa e gosto de ser quem sou.
Carolina

Retrato de uma senhora (Mafalda)





(Fonte: http://bertc.com/g9/images/magritte_3.jpg, consultada em 29/12/2014)








Olá!! Sou a Mafalda, tenho doze anos e estudo música desde os seis anos. Sou um pouco alta para a minha idade, tenho olhos de uma cor castanho azeitona, o cabelo escuro, o nariz achatado, umas grandes pestanas, sou magrinha, tenho umas pernas e braços compridos, e mãos grandes.

Intelectualmente, tenho os meus traços positivos e negativos. Sou brincalhona, divertida e amorosa. Inteligente, acho eu, estudiosa e trabalhadora. Todavia, às vezes consigo ser um pouco resmungona, teimosa, desobediente… e também um bocadinho “chata” e “pedinchona” de mais com os meus pais.

Adoro desporto. Tenho uma paixão especial por todo o tipo de música, visto que aprendo a gostar dela e a estudá-la desde muito nova. Gosto de roupa da moda (também depende), e bonita. No entanto, não gosto muito daquelas “piquices” de luzinhas e brilhantes, visto que já não tenho idade para tal, não é verdade? Mas, francamente, nunca gostei muito.

Em suma: sou uma pessoa simples, brincalhona, mas trabalhadora. Adoro a minha família, os meus amigos, e o mais importante é que eu gosto muito de ser como sou.

Retrato de um homem de bem enquanto rapaz (José Pedro)


O meu nome é Pedro e, neste texto, vou fazer o meu autorretrato. Vou começar por falar do meu retrato físico e, de seguida, do psicológico.

Tenho cabelo castanho escuro de tamanho médio, olhos igualmente castanhos escuros, nariz pequeno e um pouco achatado e boca pequena e bem formada; sou bem constituído e de altura média.

Sempre que alguém necessita de ajuda, eu ajudo essa pessoa, mas, por vezes, sou um pouco impulsivo, embora sem maldade. Sou simpático e tenho sempre um sorriso na cara.

Às vezes sou precipitado, ao ponto de fazer coisas de que mais tarde me arrependo e que luto por não repetir. Posso ter ar de “durão”; mas, no fundo, sou apenas uma criança que tenta agradar aos outros.

                Gosto de estar com os meus amigos e amigas a conversar e a jogar futebol. Também gosto de ver televisão, de ler e de estar no PC.

A conclusão que tiro de tudo isto é que eu sou uma criança que, como quase todas as outras crianças, acho eu, penso que já sou crescido, porém estou muito enganado. Eu sou quem sou e espero que apreciem isso (as partes boas de mim próprio). Acrescento que gosto de comer e de me divertir.

Em suma, sou um rapaz que está a crescer e a tentar tornar-se um homem de bem.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Retrato de um senhor (Eduardo)



(Fonte: http://3.bp.blogspot.com, consultada em 29/12/2014)


Olá, eu sou o Eduardo e vou falar-vos um bocadinho de mim.

Comecemos pelas minhas características físicas: possuo olhos castanhos, e um cabelo da mesma cor (bem curto, pois faço questão de o pôr em pé), sou magro e de estatura média.

   Em termos psicológicos, pode dizer-se que sou bastante interessado em aprender mais e muito curioso acerca de tudo em geral. Penso que sou inteligente e bastante divertido (apesar de às vezes exagerar e acabar por estragar tudo).
   Relativamente aos meus traços positivos e negativos, pode apenas dizer-se que falo muito e, apesar de isso ser bom quando conversamos com as pessoas, também influencia um “mau” comportamento na sala de aula.
Algo de que eu gosto realmente é de ler (não me importava nada de estar sempre a ler, pois acho que faz bem ao cérebro e que naquele momento nos abstrai das preocupações diárias a que somos sujeitos, aliviando-nos a mente), mas não me posso esquecer do desporto, que é algo essencial para mim, pois é bom para o nosso bem estar e ao mesmo tempo faz-me apanhar ar puro que me repõe os pensamentos em ordem (pois normalmente corro ou pratico desportos longe da poluição do Homem).

Eu sou assim e espero nunca mudar!!!

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Retrato de uma senhora (Inês)






(Fonte: http://bertc.com/g9/images/magritte_3.jpg, consultada em 29/12/2014)




Chamo-me Inês, nasci dia 27 de maio de 2002 e tenho doze anos. Nasci na clínica de Santa Tecla, em Braga. Tenho uma irmã cinco anos mais velha do que eu.
Tenho grandes olhos castanhos. Acho que a minha altura é normal para a minha idade. O meu cabelo é castanho e comprido. Não gosto muito do meu cabelo, pois tem uma particularidade: tanto é liso como ondulado. Psicologicamente, considero-me uma pessoa amigável, porém muito desarrumada e muito esquecida. Penso que isso me torna uma pessoa um pouco irritante, porque me esqueço de tudo - muitas vezes de coisas importantes, o que é um tanto inconveniente. Esses são os meus traços negativos. Também posso ficar bastante nervosa, antes de audições, provas, testes, exames e concursos.
Adoro ouvir música enquanto passeio de carro, na praia, enquanto estudo ou leio, ou quando não tenho nada para fazer, como nas férias. Não costumo estudar com música, porque a minha mãe diz que me desconcentra. Eu até concordo com ela, mas fico revoltada porque acho agradável. Também adoro ocasiões festivas, principalmente o Natal, pois posso estar com a minha família toda junta. E também porque gosto da comida tradicional dessa ocasião, e claro, dos presentes.
Em suma, considero-me  uma rapariga bastante normal, com as minhas particularidades, claro.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Retrato de uma senhora (Francisca)






(Fonte: http://bertc.com/g9/images/magritte_3.jpg, consultada em 29/12/2014)


Vou falar-vos sobre mim, começando com o meu aspeto físico e psicológico, de seguida os meus  traços positivos e negativos, os meus gostos e preferências e, para finalizar, uma breve conclusão.

Fisicamente, sou magra e alta, tenho cabelo encaracolado e escuro (daí eu ser morena), e tenho uns olhos grandes como o sol! O que mais me agrada fisicamente são os meus olhos, pela sua cor e formato. Também me cativa o meu cabelo, por ser encaracolado e escuro. O que mais me descontenta é a altura. Quero ganhar massa muscular, mas, por mais que esforce, acaba por não ter muito resultado.
Intelectualmente, penso que tenho alguns aspectos que fisicamente não se confirmam. Penso que sou uma pessoa agradável (quando quero), ajudo sempre os outro e considero-me uma boa pessoa.
Tenho muitos gostos e preferências, porém o que eu mais aprecio são gelados, pizza e gomas. Odeio couves e qualquer outro tipo de legumes verdes. Gosto de pessoas altas e morenas, musculadas, de olhos azuis ou verdes claros.
Contudo, apesar de todos os meus defeitos e qualidades, gosto de ser como sou!



quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Uma flor linda e luminosa


 

Braga, 26 de setembro 

 

Senhora D. Donzela,

Peço imenso perdão por a ter deixado sozinha. Só peço a Deus para voltar atrás no tempo.

Eu amava-a, era como uma flor linda e luminosa, parecia uma fada brilhante e os seus olhos cintilantes aqueciam o meu coração.

Volto a pedir perdão, minha Donzela.

                                    

                                       Com amor,

                                                         Cavaleiro

Marta Prata 7ºB

Uma donzela perfeita


        Beja, 12 de setembro de 1210

 

Querida donzela,

 

Desde o primeiro dia em que a vi, meu coração bateu mais forte. Seus belos cabelos luminosos, a sua linda voz, tudo em si era perfeito. Apaixonei-me logo no primeiro instante.

Infelizmente, tomei uma decisão errada. Devia tê-la acolhido nos meus braços, levá-la na minha companhia. Sei que cometi um erro, mas agora envio-lhe esta carta como sinal de meu amor e peço-lhe seu perdão.

 

Do seu apaixonado,

                                                            O cavaleiro

 

Eduardo

Um amor torrencial


                                                                                 Castelo de São Vicente, 5 de março de 1324                
Bela donzela,      

     Espero que estejais bem e em segurança porque eu tenho vivido em sofrimento desde o dia que vos deixei. Escrevo esta carta para expressar o meu arrependimento pela minha atitude inadequada e também para exprimir todo o amor que sinto por vós.

    Nunca foi a minha intenção abandonar-vos, mas não há um dia em que não me arrependa desse momento. Quando regressei à mata onde vos vi pela primeira vez, e vós não estáveis lá , percebi que só me restava a morte. Como cavaleiro, o meu dever é proteger as mulheres e às crianças. E falhei miseravelmente.  

    Espero, minha doce infanta, que me possais perdoar e que aceiteis o meu amor, pois eu amo-vos como amo o sol. Preciso de vós como preciso da água. Sem vós não consigo respirar. O meu amor é tão forte, que, se fosse água, inundava o planeta.

   Fico a aguardar a vossa resposta ansiosamente.

   Com muito amor, do vosso,

Cavaleiro parisiense
(texto editado)
 

Guilherme M

No reino de Culquibir


Reino de  Culquibir,                                                                             13.out.1356

 

Cara donzela,

Perdoe-me pelo meu erro e pela minha falta de cortesia. Nunca a devia ter deixado só naquela mata escura. De modo algum a quis magoar, apenas quis pedir conselho à minha tia. No dia seguinte, corri toda a mata chamando pelo seu nome - mas a donzela não respondia. Quando me apercebi de que a tinha perdido pensei em tirar a minha própria vida. No entanto, achei que esse era um ato de cobardia. Foi assim que decidi escrever-lhe esta carta. Dedico-lhe este modesto poema:

 

Quando a conheci,

logo me apercebi

de quão era bela!

E logo a perdi!

Como me arrependi

de a deixar, donzela.

 

Por favor perdoe-me!

Respeitosos cumprimentos,

 

Afonso Gervásio
 (Inês T)

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Um "e-mail" como deve ser

 Boa tarde, senhora professora,

envio-lhe a carta com as alterações que me sugeriu.

Bom domingo,

Cumprimentos,

(nome, n.º, turma)