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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Algures na mata...

Algures na mata , 14 de agosto    

Minha amada,

            Escrevo-lhe esta carta para me redimir, ou pelo menos tentar, pelo meu maior pecado : deixar partir a mulher mais bela que vi em toda a minha vida .

          Oxalá pudesse voltar atrás no tempo e nunca ter ido a casa naquela noite, abandonando-a . Mas, minha donzela, fique de olhos bem abertos, porque eu irei aparecer, eu irei aparecer … E aí , no preciso momento em que a libertar , aí sim, aí irei mostrar-lhe todo o amor que nutro por si !

                          

Beijos,

Do seu caçador 


Simão, 7ºA

(texto editado)
   
 






 

 

terça-feira, 30 de setembro de 2014

No reino de Almanita



Algures no Reino de Almanita


 


Vossa Alteza,


Perdoe-me por ter duvidado de vossa Senhoria, rainha da beleza e do encanto, e por não ter percebido que vossa Alteza precisava do meu mui nobre auxílio. Espero que vossa Senhoria aceite as minhas sinceras e humildes desculpas.


A verdade, vossa Alteza, é que mal me deparei com os seus cabelos ondulantes, brilhando à luz do sol, o seu sorriso tão belo, capaz de fazer inveja à flor mais bonita do seu jardim, impecavelmente arranjado, e os seus olhos grandes e azuis como duas safiras, permita-me, senti um amor tão verdadeiro, tão grande por si que nem sei por que razão não acreditei na sua palavra.


Cheio de arrependimento me despeço,


 


Mui nobre Cavaleiro