O telemóvel
é perfeitamente dispensável?
Telemóvel. Quando não o temos, não
precisamos dele para nada; depois de o adquirirmos, no entanto, parece que já
não sobrevivemos um dia sem ele. Na minha opinião, o telemóvel não é dispensável.
Em primeiro lugar, a funcionalidade
óbvia do telemóvel é permitir-nos falar com pessoas que estão longe de nós, o
que dá muito jeito, seja para perguntar algo a um colega, seja para matar
saudades de um familiar que está longe. Para além disso, numa situação de
emergência, não há tempo para ir a correr chamar alguém. O melhor a fazer é
usar o telemóvel.
Para mim, o telemóvel também
facilita a organização. Para pessoas esquecidas, como eu, o telemóvel, com a
possibilidade de tirar notas e uma agenda digital para nos alertar, é algo
quase indispensável.
Em suma, o telemóvel não é
dispensável. O seu objetivo não é pôr-nos viciados em aplicações (que também
são muito divertidas!) mas sim ajudar-nos a organizar a nossa vida e permitir
que falemos com pessoas, mesmo que estejam noutro continente.
Nuno



