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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!


O telemóvel é perfeitamente dispensável?
 
Telemóvel. Quando não o temos, não precisamos dele para nada; depois de o adquirirmos, no entanto, parece que já não sobrevivemos um dia sem ele. Na minha opinião, o telemóvel não é dispensável.
Em primeiro lugar, a funcionalidade óbvia do telemóvel é permitir-nos falar com pessoas que estão longe de nós, o que dá muito jeito, seja para perguntar algo a um colega, seja para matar saudades de um familiar que está longe. Para além disso, numa situação de emergência, não há tempo para ir a correr chamar alguém. O melhor a fazer é usar o telemóvel.
Para mim, o telemóvel também facilita a organização. Para pessoas esquecidas, como eu, o telemóvel, com a possibilidade de tirar notas e uma agenda digital para nos alertar, é algo quase indispensável.
Em suma, o telemóvel não é dispensável. O seu objetivo não é pôr-nos viciados em aplicações (que também são muito divertidas!) mas sim ajudar-nos a organizar a nossa vida e permitir que falemos com pessoas, mesmo que estejam noutro continente.
Nuno

sábado, 13 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!


                O telemóvel é dispensável. Serve para vários fins úteis e ajuda/melhora a vida. Tem os seus lados bons e maus. Serve para contactar outras pessoas, serve para despertar, tiras notas, guardar fotografias, para ver as horas e os dias, entre outras utilizações.
                Mas claro que também é prejudicial, porque há pessoas que podem ficar viciadas e deixarem de «viver» o dia-a-dia. Não fazem outra coisa se não estarem completamente dependentes dele. Na minha opinião, o uso do telemóvel pode ser benéfico se o seu tempo de uso for controlado e organizado.
                Para concluir, o uso do telemóvel  deve ser moderado conforme o seu fim, mas é bom e útil ter um telemóvel.

Inês C

Textos argumentativos, é connosco!


Uma das razões pelas quais eu estou contra é porque, se houver alguma situação imprevista ou algo nos aconteça, podemos entrar em contacto com os nossos familiares mais próximos ou alguém que estivesse à nossa espera para avisar sobre o assunto. A segunda razão é que, quando algum dos nossos amigos ou familiares está de férias ou emigrou para outro país ou outra cidade longe da nossa, podemos ligar-lhes e assim “matar” algumas das saudades e perguntar-lhes se está tudo a correr bem.
 E é por estes dois argumentos que apresentei no texto que estou do lado contra quanto ao tema “O telemóvel é perfeitamente dispensável”.
Rafaela

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!


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O telemóvel é como um sexto dedo. É muito giro, mas não serve para nada. Bem, serve para algumas coisas importantes, como a comunicação, alguns trabalhos…
O meu primeiro telemóvel foi-me dado, quando eu tinha dez anos, no último dia de aulas do quarto ano. Mas tinha razões para o ter, tenho um irmão mais novo no terceiro ano. Quando ele entrou, eu recebi o telemóvel. Hoje em dia é um caos, principalmente, nas escolas. Ou a jogar jogos, ou a mandar mensagens, ou na internet,…
Para mim, os pais dão muito cedo os telemóveis. Tudo bem, ter um telemóvel para ligar aos pais para nos irem buscar, mas em crianças não. Além disso, não convivem nada uns com os outros. Para que serve a boca? Para embelezar a cara? Para ficarmos calados?
Sim! Os telemóveis são perfeitamente dispensáveis. E lembrem-se. Para que serve a boca?
Adriana
Imagem retirada de http://img.over-blog-kiwi.com/em 11/6/1015


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!

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Estou totalmente em desacordo com a afirmação o “telemóvel é perfeitamente dispensável”. Para justificar o facto de não estar de acordo, apresento os seguintes motivos:

Primeiro motivo: sim, é verdade que com os telemóveis as pessoas já não socializam tanto, mas para mim, ele é muito importante nas nossa vida, por exemplo: para ligarmos a alguém, para nos ajudar a saber o caminho utilizando o G.P.S, para ver as horas e  em caso de emergência.

Segundo motivo: Como já disse anteriormente, o telemóvel serve para muitas coisas. Eu própria o utilizo para ler, escrever, ouvir música e muito mais.

Para concluir, o telemóvel não deveria ser dispensado, não só pelas razões apresentadas, mas também por muitas mais. Porém, isso não quer dizer que as pessoas andem sempre agarradas ao telemóvel. Simplesmente devem utilizá-lo de vez em quando e em situações de emergência. Ou, claro, para uso pessoal.


Guiomar

Imagem retirada de http://www.pro-influence.com/ em 11/6/2015

Textos argumentativos, é connosco!

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   Atualmente, os telemóveis são muito usuais, são raras as exceções de quem não usa telemóvel. Mas eu penso que o telemóvel é dispensável.
   Na minha opinião, os telemóveis mais recentes têm vindo a piorar o convívio entre as pessoas. Em todos os locais, há quase sempre um grupo, mais provavelmente de jovens, que estão sentados a mexer no telemóvel e por vezes a falar uns com os outros por mensagens - e não convivem! Desta maneira, ninguém vai fazer amigos novos e ninguém vai estudar, com o vício de mexer nos telemóveis.
  Por outro lado, os telemóveis também têm de ser usados, mas para telefonemas importantes, notícias que possam interessar a algumas pessoas que estejam na Internet, etc.
  Em conclusão, eu acho que nós devíamos usar menos os telemóveis e conviver, conhecer pessoas novas e passear mais...

Beatriz V


Imagem retirada de http://www.pro-influence.com/ em 11/6/2015

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O Vicente e a memória de Nárnia

Esta história aconteceu há muito tempo, em 1988, digamos.
    Estava eu em Londres e ia partir para Braga, quando entrei num armário e fui para Nárnia - mas vamos começar pelo início.
Tudo começou assim: o meu avô estava a "rachar" lenha e eu estava a ajudá-lo, até que fui descansar. Acordei e imaginem o que eu vi!uma lareira em cujo fogo, se via um armário e um leão.
    Achei muito estranho e fui dizer à minha avó mas, como eu esperava, ela disse que eu estava maluco. Então fui dormir outra vez, à espera de ver mais alguma coisa, mas não vi nada.
    Acordei da minha soneca e fui jogar à bola com os meus amigos e eles disseram-me que também tinham visto o mesmo que eu. Então decidimos ir a Londres procurar um armário igual. Chegámos a Londres e entrámos no armário e não é que, para meu espanto, estava lá dentro um novo mundo que era denominado Nárnia?
    Foi uma aventura e "peras".Depois voltei para Braga e fiquei com uma memória de Nárnia.


A casa assombrada


Num sábado, após a reunião dos escuteiros, eu e mais três amigos decidimos ir dar um passeio.
  Estávamos a andar, quando vimos um caminho bastante estreito e decidimos passar por lá para ver o que havia do outro lado do caminho. Andámos… andámos e andámos, até descobrirmos que, do outro lado do caminho, havia uma casa abandonada que parecia estar assombrada.
  - Vamos entrar! - Diziam dois.
  - É melhor não… - Dizia eu e mais outro amigo. Estávamos ambos com medo do que poderia haver, ou do que poderia acontecer dentro daquela casa.
  Enquanto discutíamos se entrávamos ou não, apareceu um homem com um ar esquisito. Desatámos todos a fugir.
  Fugimos dois para um lado e outros dois para outro. Passado algum tempo a fugir do homem, reencontrámos os nossos amigos que tinham fugido para o outro lado.
  Na segunda-feira seguinte, ao ir para a escola, voltei a ver esse homem. Olhei bem para ele e lembrei-me de que era o sacristão da paróquia a que pertenço.

Sofia

Dia de paraquedismo



        Era uma manhã de Verão, com os raios de sol a bater nas janelas de casa. Estava um belo dia para eu e os meus amigos fazermos uma caminhada, passearmos à beira-mar ou estarmos em convívio na piscina, o que fazíamos praticamente todos os dias. Mas surgiu-nos uma ideia diferente.
        — Porque não fazemos algo que nunca fizemos? - disse o Manuel.
        — Podíamos, por exemplo, experimentar o paraquedismo - disse a Ana.
        — Vocês têm toda a razão, seria uma experiência única e divertida - disse a Luísa.
        Planeámos almoçar juntos, num jardim, onde conversámos sobre a nossa tarde em paraquedas e como seria a sensação de estarmos lá em cima a "voar".
        Eram três da tarde, e estávamos nós dentro do avião, prontos, com as mochilas nas costas, para podermos sair. O nervosismo atacou-me e já estava a pensar em desistir, mas não podia: estava em grupo, e não podia desiludir os meus amigos.
        Quando, finalmente, saltámos, foi uma sensação fantástica e única. Alguns minutos depois, chegámos a terra. Passou rápido, tal como os meus nervos, eu até queria repetir, mas já era tarde. Foi um dos melhores dias que já passei com os meus amigos... E é aproveitar quando se pode.


Beatriz

Os porquês da Rita


         Como é que eles conseguem adivinhar na carta em que eu estou a pensar? Como é que eles conseguem fazer aparecer uma moeda na minha orelha? E a rapariga que desaparece dentro daquela grande caixa, como é que eles o fazem? Eis muitas perguntas a que eu sempre quis responder, mas, sempre que tentava fazer um truque, algo tinha de correr mal.
         Todos os domingos eu ia à casa da minha avó, mas naquele domingo foi diferente.
         Tinham montado um circo pertinho da casa da minha avó, no qual ia atuar um dos mais prestigiosos mágicos de sempre, e claro que eu já tinha ido com a minha mãe comprar os bilhetes.
         - Mããããe! – gritei, enquanto corria para o sofá em que ela estava sentada – Olha, achas que eu posso conhecer o mágico que vai atuar no circo esta noite?
         - Não sejas tolinha! – disse ela, rindo.
         Ao princípio fiquei um pouco aborrecida, mas depois tive uma brilhante ideia. Abri a porta de entrada sorrateiramente e fui em direção ao circo. A música alta já se ouvia cá fora e os artistas estavam a ensaiar. Abri a cortina que dava acesso ao circo e, felizmente, encontrei logo o mágico.
         Falei com ele e este concordou em deixar-me atuar com ele no espetáculo dessa noite.
         Voltei para casa sem que ninguém desse conta e, quando chegou a hora do espetáculo, minha mãe não ficou zangada pelo que eu fiz, incrivelmente.

A aventura da Margarida


    Na minha infância nunca tive uma aventura. A não ser… numa altura em que ainda estavam umas manhãs quentes, com um vento ligeiro, onde pássaros cantavam alegremente, flores coloridas convidavam as abelhas a tirar o pólen e animais à procura de um lago onde pudessem beber a água fresca e cristalina logo de manhã.
    Nessa manhã, eu e o meu primo estávamos no Outeiro, na casa de férias dele. Saímos logo de manhã para inventarmos um caminho para irmos para o rio de uma maneira mais divertida. Ele gabava-se de saber todos os caminhos como as palmas das suas mãos, mas como toda a gente sabe que ele é meio “ aluado”, eu preferi deixar um rasto por onde tínhamos passado.
    A certa altura, começámos a falar sobre as aulas e a escola e eu esqueci-me de deixar o caminho marcado e ele de lhe prestar atenção. Nós descemos por ali abaixo, ora virávamos à esquerda ora à direita e, quando demos por nós, estávamos perdidos. Perguntei:
  - Então, sabichão, sabes onde estamos?
  - Não, não reconheço este sítio… - disse, confuso.
- Estamos perdidos, certo? – perguntei .
  - Sim, estamos perdidos – disse com desprezo.
      No entanto, o rio não estava assim tão longe e rapidamente chegámos lá e voltámos a subir pela estrada para ir para casa.

A rapariga que gostava de escadas rolantes




Quando eu era pequena, por volta dos três ou quatro anos, lembro-me de parte de uma aventura que aconteceu. Segundo a minha mãe, foi um dia terrível e eu bem posso concordar.
   Lembro-me de o dia ter começado comigo a comer bolachas enquanto via televisão, até que fui buscar a mala de maquilhagem da Barbie ao meu quarto; e de ter acabado com as colunas e a televisão cor-de-rosa no chão. Claro que não podia faltar baton naqueles buraquinhos das colunas. Quando a minha mãe viu, choveu naquela casa.
   Depois fomos às compras com os meus pais e o meu irmão, André, que por essa altura já devia ter nove ou dez anos. Nesse tempo, éramos irritantes: ele implicava comigo e a palavra que eu mais dizia era “para”. Ele tinha começado a fazer caretas para mim e eu odiava isso.
- Não me apanhas, nananananaaana! – dizia ele, com um riso maldoso e traquina.
   - Apanho, sim! - e começava a correr feita louca atrás dele. Até caí. Chorei.
   - Não sabem estar quietos? Aqui à minha beira!- repreendeu a minha mãe.
   - Mas foi ele! - apontei para o André, acusando-o.
   -Eu não fiz nada…- sempre aquela frase inocente.
(…)
   A minha mãe e o meu pai falavam com uns amigos que encontraram pelo caminho, até que vi as escadas rolantes. Eu era curiosa e achava piada àquilo. Fui-me aproximando…
  E tudo acabou com a minha mãe paralisada a olhar para mim, o meu pai a gritar e a correr, o meu irmão sem expressão na cara e uma desconhecida a salvar-me depois de ter rebolado pelas escadas abaixo. Só fiquei com nódoas negras.
  A partir daí achava que as escadas eram amigas do “bicho papão” e andei sempre “colada” à minha mãe no shopping.

Ana Margarida

O voo da Clara


Quando era pequenina tinha o sonho de voar. Tentava várias vezes: saltava de cima do sofá e de seguida abanava rapidamente os braços, mas nunca resultava. Então acabei por desistir. Passados alguns meses surgiu-me novamente a ideia de tentar voar. Então decidi tentar de uma forma um pouco diferente… A minha mãe levou-me ao supermercado com ela e eu, como sempre, estava lá a pegar em sacos de plástico para ela guardar os legumes e as frutas dentro.
- Fica aí que eu já volto. - disse-me ela.
Fiquei lá à espera como a minha mãe tinha pedido. Como era época de Natal, no supermercado havia uma grande torre feita de chocolates. Pus-me a olhar para ela e logo me surgiu uma ideia. Comecei a escalar a torre, e quando cheguei ao topo desta, toda a gente que estava nesta zona ficou especada a olhar para mim. Ganhei coragem e saltei do topo desta torre, abanando rapidamente os braços. Quando estava a “voar” senti-me assustada e arrependida, prometendo-me que nunca mais faria uma loucura destas. Felizmente caí em cima de um saco de batatas, não me acontecendo nada de grave, apenas fiquei com uns pequenos ferimentos no joelho.
Depois disto tudo acabei por desistir da ideia de voar.

terça-feira, 31 de março de 2015

A autonomia da Joana


Um dia, estava eu no infantário, quando se ouve alguém a gritar:

   -Socorro! Estou preso!

   Lá vai uma carrada de gente e faz um círculo à volta: funcionários, amigos, até pessoas desconhecidas, todos a tentar ajudar a pobre rapariga, com um pé, sabe-se lá como, enfiado numa tampa de esgoto. Sempre a mesma coisa: alguém pedia ajuda e toda a gente ajudava. As pessoas tinham de começar a arranjar-se sozinhas, sem ajuda. Assim, quando fossem maiores, já estavam bem treinados a fazer coisas dessas; a desenvencilhar-se sozinhos.

   Mas não, socorro aqui, socorro ali; «isto já parece a quinta do tio Manel», dizia eu. Ninguém ouvia.

   Até que, um dia, estava eu feliz no recreio, a brincar num daqueles castelos, com escorregas e sítios de trepar, quando algo se espeta na minha mão. «Que estranho», pensei para mim. «Esta agora, tenho uma farpa!». Era o momento ótimo para mostrar o que conseguia fazer sozinha: comecei a tentar tirar a farpa com as minhas unhas, mas nada. De tanto tentar, esqueci-me que estava naquela estrutura grande a que chamo castelo, e, caí.

   A queda foi rápida, nem tive tempo de me agarrar em algum sítio. Doía-me tudo, da cabeça às pernas e não me conseguia mexer.

   E foi assim, aventurei-me sozinha e acabei no hospital com um braço partido. Desde aí nunca mais subi a coisas altas com uma ferida.

A pequena ilha da Rafaela


 Tudo se passou num verão, num daqueles dias de verão quentes, mas com uma brisa refrescante. Estava na praia, numa daquelas praias do norte com não muita gente. Comigo na praia estava a minha mãe, o meu pai, a minha irmã e uma amiga.

 Depois de arrumarmos as coisas que levávamos  e de aplicar uma boa camada de protetor solar, fomos brincar, fizemos construções na areia, apanhámos pedrinhas no mar, ... até que chegou a hora do almoço e fomos comer. Eu adorava aqueles almoços na praia, quando eu é que decidia o que meter dentro do pão.

 A seguir do almoço dormirmos uma sesta pois nas horas em que o sol está mais a "pique" é mais perigoso. A sesta não durou mais de vinte minutos. Levantámo-nos e colocámos o protetor solar, sentimos que estava na hora de uma aventura e assim caminhamos junto ao mar com a minha mãe ate que paramos e vimos no mar uma pequena ilha que ficava não muito longe. Fomos até lá: a água que rodeava a ilha dava-me pela barriga. A ilha não era grande (na verdade era só um pedaço de areia no meio do mar), mas divertimo-nos imenso.

 Estivemos lá algum tempo, mas tivemos de voltar para casa porque já era tarde.

O Esconderijo do Nuno


Junto de minha casa havia uma casa em construção. Estava assim há muitos anos. Toda a gente pensava que ia ficar assim para sempre, no meio da floresta.

Um dia, de manhãzinha, o meu irmão chamou-me para subirmos até à floresta em torno da outra casa.

-Vamos construir um esconderijo! – disse ele, entusiasmado.

Eu, que era muito pequeno, não sabia o que era um esconderijo, mas concordei e segui-o.

Pedimos ao nosso pai que fosse connosco, e subimos os três à floresta. Era uma floresta grande, cheia de eucaliptos altos e de cor viva. Tinha muitas plantas selvagens e desconhecidas. E a casa, semiconstruída, estava já coberta de heras.

Começámos então a trabalhar no Esconderijo. O nosso pai arranjou madeira, fizemos a parede de árvores, e, por fim, dois banquinhos e uma mesa.

Estava então o Esconderijo feito. Da nossa casa, não se via – estava escondido. Eu e o meu irmão passámos lá horas brincando aos soldados e aos Reis e Rainhas, observando a casa com binóculos.

Hoje, a casa “para sempre em construção” está terminada. Com um terreno enorme dentro dos muros altos, o Esconderijo foi engolido pela construção e destruído. Tal como tudo na vida, os tempos do pequeno Esconderijo acabaram.

- Havemos de construir outro esconderijo! – diz por vezes o meu pai.

- Quando eu deixar de ter testes! – diz o meu irmão – Talvez no Dia de São Nunca…

domingo, 11 de janeiro de 2015

A maravilhosa Primrose




Os seus cabelos dourados dançam no vento, há muito que se soltaram das tranças. A sua pele clara, manchada de sardas, parece refletir o brilho da manhã, talvez até ter a sua própria luz. E os seus olhos, azuis como o céu infinito, que conseguem ver através de toda a confusão do mundo e torná-la em algo claro, como a água.
O seu nome é Primrose.
As suas mãos trémulas conhecem já muitas sensações: a das lágrimas, a da pele das pessoas (visto ser médica), o pêlo dos seus animais, a cabra Lady e o gato Ranúnculo.
Apesar da pouca beleza da sua vida, ela procura sempre algo a que se agarrar, uma gota de orvalho caindo de uma rosa branca, um bolo da pastelaria, coberto de esculturas de açúcar cintilante. E consegue ver através do nevoeiro da vida, consegue sempre encontrar o Sol. Por onde passa, a Paz segue-a.
No entanto, a escuridão da floresta, o tremor dos relâmpagos, os sussurros da chuva, tudo isso pode assustá-la, afastá-la, como água para o fogo. Se for abrigada de todos esses medos, é uma pessoa simpática, carinhosa…
No fundo, é uma pessoa frágil como uma flor, mas cintilante com o Sol.

Nuno

Retrato de Katniss






(Fonte: http://en.wikipedia.org/http://en.wikipedia.org/consultada em 11/1/2014)

Uma das minhas personagens preferidas é Katniss Everdeen, da saga Hunger Games, cuja autora é Suzanne Collins.


          Katniss Everdeen é uma rapariga muito corajosa, pois, apesar de todas as consequências, não deixa nada por fazer. É também muito destemida, porque tudo o que faz, fá-lo sempre com muita convicção e eu gosto muito disso nela. Aliás, houve uma cena em que um sítio tinha de ser evacuado e ela tinha de sair, juntamente com muitas outras pessoas, mas voltou para trás para ir buscar a irmã, Prim, sem se importar com o facto de poder ficar presa naquele recinto.

          Em relação ao aspeto físico, ela usa uma trança de lado no cabelo; tem olhos castanhos e pequenos; umas leves sardas que quase não se notam; boca fina e de cor clara; nariz um pouco pontiagudo; um cabelo mais ao menos da cor do chocolate<, e tem também uma boa estrutura corporal.

          Katniss não é uma rapariga que se importa muito com o aspeto: ao contrário da maior parte das raparigas, usa roupas desportivas e não põe maquilhagem.

          Concluindo, gosto muito de Katniss Everdeen e um dia gostava de ser como ela, pois é uma rapariga fantástica.

Rita

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Perfeitos, nem os melhores amigos


Eis um retrato do meu melhor amigo, ********* .

Ele é alto e magro e tem cabelos da cor do sol.
É muito divertido e é amigo do amigo, como naquela expressão «amigo do meu amigo meu amigo é», mas, às vezes, zanga-se e não é pouco (como os pais, quando lhes dizemos uma má notícia - por exemplo uma má nota - ficam muito zangados, mas no dia a seguir fingem que nada aconteceu).
Ele só não é amigo de quem o aborrece, mas não é que isso aconteça muitas vezes, não é?
Continuando: ele praticamente só come carne, e arroz, como se fosse um leão ou um animal carnívoro, daqueles que só comem carne. Também prefere ficar em casa a falar comigo através do «Skype» (meio de comunicação através da internet) a ir passear ou sair de casa (exceto quando vem a minha casa ou a uma festa).
Ele gosta de jogar computador, e não é pouco. Eu, às vezes, penso que ele é «nerd», pois não tira lá muito boas notas.
   Para concluir, só quero dizer que ninguém é perfeito, nem o melhor amigo.

 
                                                                                                                                              Vasco

Eragon, meu herói

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(Fonte: https://ladygeekgirl.files.wordpress.com/, consultada em 30/12/2014)
Eragon é uma criança com 14 anos, e vou descrevê-la porque é a minha personagem de literatura favorita. Ele é de estatura média, tem cabelo loiro e curto, uns olhos belos como o mar e um nariz achatado. É muito simpático, atencioso e divertido, como toda a sua família.
   Toda a gente gosta dele, porque sempre que alguém está em perigo, ou sem comida, ou precisa de cuidados, Eragon ajuda. Ele não tem nenhum aspeto negativo.
   Não é muito cuidadoso com a roupa: costuma usar umas calças simples e uma '' t-shirt'' no verão. No Inverno, usa uma ''sweat'' e um casaco vermelho muito quentinho, oferecido pelos avôs.
   Para concluir, considero que das personagens de literatura, é o mais simpático, e adorado. Para mim, é um herói.

Rui