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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Retrato de Nikki


Eu li, e ainda leio, uma coleção de livros que acho muito engraçados. É história de uma rapariga chamada Nikki, que entrou no secundário.
  A Nikki é muito bonita, é loira, elegante, tem os olhos castanhos e é alta. Anda vestida como praticamente toda a gente, mas usa sempre rabo-de-cavalo e deixa sempre, por onde passa, um cheirinho agradável, como aquele cheiro fresco das manhãs de primavera.
  Com todas as suas aventuras e discussões, tenta sempre não desistir, o que acho muito bom, embora ela também goste de “amuar” com vida. Quando chega a casa, gosta de escrever no seu diário para desabafar, desenhar e de artes. Adora estar com as pessoas, principalmente com as suas amigas e amigos. Ela tem uma vida engraçada, cheia e recheada de aventuras, discussões e também confusões. De qualquer modo, é demasiado rápida, quer crescer muito depressa. Eu, por mim, ficava assim para sempre: a vida de adulto, que ela tanto deseja, se calhar não é assim tão boa…

Margarida S

Retrato de um senhor (Guilherme M)







(Fonte: http://3.bp.blogspot.com, consultada em 29/12/2014)



Chamo-me Guilherme e sou um rapaz alto e magro. Tenho o cabelo castanho escuro e olhos expressivos da mesma cor. O meu nariz é arrebitado e tenho sempre um sorriso nos lábios.


Psicologicamente, penso que sou simpático, alegre e confiante, porque tenho muitos amigos, estou sempre bem disposto e confio nas minhas capacidades. A minha maior qualidade é ser ambicioso (e trabalhar para isso). Além disso, também sou curioso, o que me leva a querer sempre aprender mais.
Por outro lado, a dificuldade em gerir o meu tempo corretamente é um dos meus defeitos. Também fico frustado quando não consigo concretizar as minhas espectativas. Estes são dois aspetos que tenho de melhorar.
Nos meus tempos livres, gosto de jogar futebol e de conversar com os meus amigos. Mas o que eu prefiro é de tocar piano. Tocar piano, para mim, é como respirar!
Resumindo, penso que sou um rapaz como todos os outros, com defeitos e qualidades.

Retrato de uma senhora (Mafalda)







(Fonte: http://bertc.com/g9/images/magritte_3.jpg, consultada em 29/12/2014)



Olá! Sou a Mafalda, tenho doze anos e estudo música desde os seis anos. Sou um pouco alta para  minha idade, tenho olhos castanho azeitona, o cabelo escuro, o nariz achatado, umas grandes pestanas. Sou magrinha, tenho pernas e braços compridos e mãos grandes.

Intelectualmente, tenho traços positivos e negativos. Sou brincalhona, divertida e amorosa. Inteligente - acho eu - estudiosa e trabalhadora. Todavia, às vezes consigo ser um pouco resmungona, teimosa, desobediente, e também um bocadinho “chata” e “pedinchona” demais com os meus pais.

Adoro desporto. Tenho uma paixão especial por todo o tipo de música, visto que aprendo a gostar dela e a estudá-la desde muito nova. Gosto de roupa da moda (depende), e bonita. No entanto, não gosto muito daquelas “piquices” de luzinhas e brilhantes, visto que também já não tenho idade para tal, não é verdade? Mas, francamente nunca gostei muito.

Em suma: sou uma pessoa simples, brincalhona, mas trabalhadora, adoro a minha família, os meus amigos; e o mais importante é que gosto muito de ser como sou.


Hazel Grace, um exemplo




(Fonte:http://37.media.tumblr.com/consultada em 29/12/2014)
Hazel Grace é uma menina de 16 anos. Fisicamente, é magra, tem o cabelo curto, olhos castanhos e, como tem um problema respiratório, tem sempre uma bomba de oxigénio colocada num carrinho de mão azul, ao qual deu o nome de Philip.

Hazel é uma menina simpática, simples, honesta e bem-educada. Mas também tem defeitos, como toda a gente: não é uma rapariga muito sociável.

Hazel tem uma paixão incrível por livros, principalmente por um que foi escrito por Peter Van Houten, o qual já leu centenas de vezes, sem se cansar. Mas há um problema, o livro acaba em ‘’suspense’’, por isso ela tenta ir a Amsterdão para conhecer Van Houten e ficar a saber como acaba o livro.

Apesar de não o admitir, Hazel está apaixonada por um rapaz do grupo de apoio a doentes oncológicos, Augustus (amputou metade de uma perna).

Para concluir, considero Hazel um exemplo para todos nós, pois ela encara a sua doença como se fosse a sua melhor amiga. Todos nós devíamos ser assim. E também porque arriscou a sua vida só para conhecer Peter Van Houten - embora, no final, fique muito desiludida.
Sofia

Uma personagem interessante


(Fonte: https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/74/89/87/748987f8c295edd30d50eb004619442a.jpg consultada em 29/12/2014)

A minha personagem preferida da série Gravity Falls é Dipper Pines e é uma personagem engraçada e inteligente. Os desafios de Gravity Falls não são mais do que um puzzle que se recebe no Natal.
Dipper é um rapaz baixo, magro e, fisicamente, um pouco fraco. Tem uma cabeça circular, um pouco achatada como o planeta Terra, uns olhos grandes e um nariz pequeno. O que ele normalmente usa, no seu dia a dia, é um chapéu com um pinheiro e calções, variando a camisola.
Ele tem um espírito aventureiro. Mesmo que se ponha, às vezes, numa “embrulhada”, consegue sempre sair vitorioso.
Para continuar, o Dipper nunca se cansa de ajudar os amigos: sempre que vê alguém a precisar de ajuda, não hesita e nem o vento o ultrapassa, como é mostrado num episódio da segunda temporada: o seu amigo Soos fazia anos, mas não gostava de festejar o aniversário. Então o Dipper e a sua irmã gémea, Mabel, vão ao futuro ganhar um desejo do tempo para Soos desejar o que quiser e, no final, aprendem uma lição valiosa.
Para concluir, Dipper Pines é uma personagem interessante que está sempre pronta para tudo e que, com a sua irmã Mabel, vai desvendar todos os mistérios de Gravity Falls.

 
André L





quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Uma donzela abandonada

  Honolulu, 27 de abril de 1864

Querida donzela,

Peço imenso perdão por tê-la deixado sozinha, sem lhe ter feito companhia. Estou muito arrependido!
Quando voltei, corri por toda essa mata, mas não conseguia descobrir a azinheira. Corri, corri, chamei e não me respondia. 
Deitei os olhos ao longe e vi muita cavalaria, de senhores e fidalgos, numa grande agitação, pois estavam a levá-la porque a deixei sozinha.
Sei que já é tarde demais, mas vim declarar-lhe o meu grande amor por si!
Espero que me perdoe, bela donzela.

Beijos,
 
                                                                                                                            Caçador

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Até as forças se lhe esgotarem



                                                                                           Floresta Negra, 26 de abril de 1160
Senhora dona donzela,

Peço muito perdão por não a ter levado comigo. Juro que não vou parar até a encontrar. Vou cavalgar por montes e vales até se esgotarem as minhas forças. Prometo!

Espero vê-la em breve.

Com muito amor,

Caçador.
 
Vasco

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Um cavaleiro arrependido

Querida Donzela,                                                       Caceforest, 28 de setembro de 1245


 peço perdão por não a ter levado comigo e por tê-la deixado sozinha. Estava um pouco confuso. Fiquei muito arrependido; então, decidi voltar à mata para a ir buscar, mas não a encontrei em lado nenhum. Depois, avistei-a ao longe com uma cavalaria de senhores e fidalgos e grande tropelia.
Estou loucamente apaixonado por si. Quero encontrar-me consigo algum dia destes, pois estou com bastantes saudades.
Estou bastante arrependido. Gostava muito que me perdoasse.

Beijos,

                                                                                                                                 Caçador


Clara Gonzaga, nº 8  7ºB

(texto editado)

sábado, 4 de outubro de 2014

Os remorsos do Cavaleiro Julião


Lusitânia, 22 de fevereiro de 1250

Minha querida Donzela,

Com esta carta, vim declarar o meu amor por si, linda Donzela.

Tive tantas incertezas, que acabei por não a salvar, o que me deixa  destroçado e triste. Preciso de a ver, preciso de saber o que lhe aconteceu. Minha doce princesa, quem este mal lhe deu?! Não penso em mais nada, a não ser em si. Por cada dia que passa, mais falta sinto d'"A menina mais bonita da vila Vilela" .

Conte-me onde vive, e onde vai estar,
 para ir ter consigo e consigo ficar.
As saudades imensas que já  não consigo aguentar,
nada me faz feliz a não ser vê-la comigo a dançar.
Por favor fique comigo, que sou de confiança. Ouça o que lhe digo, nunca menti. E de tanto sonhar em si, já todos a conhecem...volte para aqui, mas não precisa ter muita pressa.

 Agora me despeço, com toda a minha gratidão, e mais uma vez lhe peço: confie em mim.

Com mil gratidões,        

Cavaleiro Julião      

Joana