Blogue das turmas de sétimo ano do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian (ano letivo 2014/2015)
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quinta-feira, 28 de maio de 2015
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Cenário de correção do 1º teste (7.ºA)
- 1º momento: da linha 1 à 6 (apresentação da situação inicial e das personagens)
2º momento: da linha 6 à 21
(casamento da rapariga e aprisionamento do Diabo)
3º momento: da linha 22 à 33 (encontro do soldado
com o Diabo; fazem um pacto)
4º
momento: da linha 34 à 44 (doença da princesa, fuga do diabo e casamento com o
soldado).
3.
- A mãe sugeriu que a filha que à noite, quando se fosse deitar, benzesse o quarto com água benta.
- A filha fez o que a mãe lhe dissera e o noivo – isto é, o Diabo – “deu dois estouros”, saindo pelo buraco da fechadura. A sogra, que estava à espreita com um recipiente encostado ao buraco da fechadura, encerrou-o num frasco.
- A mãe da jovem deixou o frasco no alto da serra.4.1. Chegado à serra, o soldado ouviu o Diabo. Este propôs-lhe um pacto: se fosse libertado, o Diabo meter-se-ia no corpo da Princesa e ninguém a conseguiria curar, exceto o rapaz, que assim obteria a mão da Princesa.
4.2. O soldado era curioso, pois insistiu
em ir à serra ver, por si próprio, o que se passava. Por outro lado, era ambicioso,
porque libertou o Diabo para se casar com a Princesa.
5. O rapaz mandou tocar todos os sinos a rebate, fingindo
que estava a chamar a sogra do Diabo, o qual, com medo, fugiu. 6. a. “não gostava de festas” (linha 2).
b. “estava à espreita” (linha 19).
c. “não fez a vontade à mãe” (linhas 25-26).
d. “fingiu que a tratava” (linha 42).
7.
- Conjuga factos reais e históricos com elementos fantasiososAos factos reais, como a forma como os jovens conviviam ou a ida dos rapazes para a tropa, aliam-se elementos fantasiosos (o frasco mágico, os poderes do Diabo)
- Recorre frequentemente ao sobrenaturalCoexistem personagens reais, como o soldado, com uma personagem sobrenatural, o Diabo.
- É situada no tempo e no espaçoEmbora não seja claramente situada no tempo (apenas sabemos que ainda havia princesas e reis), temos a indicação de que, quanto ao espaço, esta história teria ocorrido em Penha Garcia
- “A filha pediu à mãe que a levasse consigo ao baile do dia seguinte.”
- “– Minha filha – explicou a mãe – casar-te-ei com o primeiro que aparecer, pois estou velha e cansada.”Parte B
- Local e data → saudação e denominação do destinatário → corpo da carta → fórmula de despedida → assinatura
- C)
- No tempo em que as pessoas ainda conversavam ao serão, três velhos senhores propuseram três enigmas aos que os escutavam. O primeiro senhor disse:– Qual é a coisa, qual é ela, que, quando faz calor, cobre?O segundo senhor disse:– Qual é a coisa, qual é ela, que, quando não se vê, tapa?O terceiro senhor disse:– Qual é a coisa, qual é ela, que carregamos quando estamos cansados de andar?Os que estavam a ouvir ficaram confusos e calados. Ao verem que ninguém respondia, os três senhores riram com gosto. A pedido de todos, revelaram os enigmas que eram, nada mais, nada menos, do que o chapéu, os óculos e a bengala.
domingo, 16 de novembro de 2014
Cenário de correção do 1º teste (7.ºB)
- 1º momento: da linha 1 à 9 (Cristo e S. Pedro passam por um laranjal. O menino acede aos pedidos de S. Pedro)
2º momento: da linha 10 à 14 (O Mestre concede o pedido
do rapazinho: uma gaitinha que pusesse tudo e todos a dançar)
3º momento:
da linha 15 à 24 (com a sua gaitinha, o rapaz faz alguns estragos, e é levado à
presença de um juiz)
4º momento: da linha 25 à 42 (quando o juiz
pede ao garoto para tocar a gaitinha, todos se põem a dançar, incluindo a mãe do
juiz, que estava acamada havia sete anos. O juiz, encantado, libertou o menino.
- S. Pedro sugeriu a Cristo que provasse uma laranja para ser Ele a recompensar o rapazinho.
- Quando tocada, a gaitinha punha tudo e todos a dançar. Duas das expressões do texto que comprovam esta caraterística são "[...] e, como começasse a ouvir-lhe o som da gaitinha, o jumento, vendilhão, loiça, tudo começou num delírio de pulos" (linhas 20-22) e “[...] juiz, escrivão, mesa, livros, vendilhão e os beleguins, tudo começou num rodízio e rodopio dançante.” (linhas 30-31)
- O menino era bondoso, pois ofereceu, sem hesitar, as laranjas a S. Pedro e ao Mestre. Além disso, era alegre, pois, além da salvação, pediu uma gaitinha que pusesse tudo e todos a dançar.
- O rapazito foi levado à presença do juiz, porque, com a sua gaita, causara danos ao dono do laranjal, que tinha ficado todo arranhado, e ao vendilhão, cuja mercadoria ficara partida.
- Se a gaita causava danos, pondo tudo e todos a dançar quando isso era inconveniente, também punha a mexer os paralíticos, como sucedeu com a mãe do juiz.
- a. segurar o jumentob. começouc. transpiração
- Neste conto convivem personagens humanas, como o menino, o proprietário do laranjal, o vendedor de louça, o juiz e a mãe, com S. Pedro e o Mestre. O tempo e o espaço em que a história teria ocorrido surge, logo no início, na afirmação vaga “Quando Cristo andava pelo mundo [...]” (linha 1). Existem marcas do discurso oral nos diminutivos (“rapazito”, “gaitinha”, “entrevadinha”), na utilização de expressões populares, como “bem me sabia”, “olha lá”, “dançasse tudo”, “bagadas de suor”, etc.
- “S. Pedro perguntou ao menino se o deixava comer uma laranja daquele belo laranjal.”“Peço-lhe desculpa – disse o menino – Prometo que lhe faço os curativos.”
- 10.1. Local e data → saudação e denominação do destinatário → corpo da carta → fórmula de despedida → assinatura
- d)
- Um jovem caranguejo perguntou-se: « Porque é que na minha família andam todos para trás? Quero aprender a andar para a frente, e que a cauda me caia se não o conseguir».Começou a exercitar-se às escondidas, entre os seixos do ribeiro natal, e nos primeiros dias a tarefa causou-lhe um enorme cansaço. Chocava contra tudo, magoava a carapaça e atropelava as pernas uma na outra. Mas, a pouco e pouco, as coisas começaram a correr melhor, pois tudo se pode aprender, quando se quer.Quando se sentiu seguro de si, apresentou-se à família e disse:
– Vejam isto.
E deu uma magnífica corridinha em frente.
– Meu filho – desatou a chorar a mãe – Deram-te a volta ao miolo? Reconsidera,
anda como o teu pai e a tua mãe te ensinaram, anda como os teus
irmãos, que te querem tanto. (…)
(Gianni Rodari, in Histórias ao telefone,
Teorema, 1987, p. 63. Texto com alterações)
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Guião de exposição oral
Um guião de apresentação oral é simples e tem pontos em comum com a planificação de textos escritos. Ora reparem:
1. INTRODUÇÃO
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2. DESENVOLVIMENTO
3. CONCLUSÃO
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1. INTRODUÇÃO
- apresentação do tema
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2. DESENVOLVIMENTO
- tópico 1: ____________________________________________________________
- tópico 2: ____________________________________________________________
- tópico 3: ____________________________________________________________
- tópico 4: ____________________________________________________________
- tópico 5: ____________________________________________________________
3. CONCLUSÃO
- síntese
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Avaliação da exposição oral
- Planificação
- Tema/sequência do guião
- Coesão e coerência
- Tom de voz/ritmo/entoação
- Postura/gestos/contacto visual
O orador (isto é, aquele que fala) posiciona-se de frente para os seus colegas e estabelece contacto visual. Pode circular pela sala, mostrar imagens ou objetos e gesticular, quando tal se justificar.
E nunca, mas mesmo nunca, jamais, em circunstância alguma ou sob que pretexto for... leiam.
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