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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Cenário de correção do 1º teste (7.ºA)


  1. 1º momento: da linha 1 à 6 (apresentação da situação inicial e das personagens)

2º momento: da linha 6 à 21 (casamento da rapariga e aprisionamento do Diabo)

3º momento: da linha 22 à 33 (encontro do soldado com o Diabo; fazem um pacto)

4º momento: da linha 34 à 44 (doença da princesa, fuga do diabo e casamento com o soldado).

 
2. A senhora queria que a filha se casasse, pois assim poderia deixar de a acompanhar aos bailes que tanto a aborreciam. Os bailes eram das poucas ocasiões em que os jovens se podiam encontrar. 
3.  

    1. A mãe sugeriu que a filha que à noite, quando se fosse deitar, benzesse o quarto com água benta.
    2. A filha fez o que a mãe lhe dissera e o noivo – isto é, o Diabo – “deu dois estouros”, saindo pelo buraco da fechadura. A sogra, que estava à espreita com um recipiente encostado ao buraco da fechadura, encerrou-o num frasco.
    3. A mãe da jovem deixou o frasco no alto da serra.
       
      4.1. Chegado à serra, o soldado ouviu o Diabo. Este propôs-lhe um pacto: se fosse libertado, o Diabo meter-se-ia no corpo da Princesa e ninguém a conseguiria curar, exceto o rapaz, que assim obteria a mão da Princesa.

4.2. O soldado era curioso, pois insistiu em ir à serra ver, por si próprio, o que se passava. Por outro lado, era ambicioso, porque libertou o Diabo para se casar com a Princesa.
5. O rapaz mandou tocar todos os sinos a rebate, fingindo que estava a chamar a sogra do Diabo, o qual, com medo, fugiu. 


6. a.não gostava de festas” (linha 2).
b. “estava à espreita” (linha 19).
c. “não fez a vontade à mãe” (linhas 25-26).
d. “fingiu que a tratava” (linha 42).
 7.  

  • Conjuga factos reais e históricos com elementos fantasiosos
    Aos factos reais, como a forma como os jovens conviviam ou a ida dos rapazes para a tropa, aliam-se elementos fantasiosos (o frasco mágico, os poderes do Diabo)
  • Recorre frequentemente ao sobrenatural
    Coexistem personagens reais, como o soldado, com uma personagem sobrenatural, o Diabo.
  • É situada no tempo e no espaço
    Embora não seja claramente situada no tempo (apenas sabemos que ainda havia princesas e reis), temos a indicação de que, quanto ao espaço, esta história teria ocorrido em Penha Garcia
8. 
  1.  “A filha pediu à mãe que a levasse consigo ao baile do dia seguinte.”
     
  2.  “– Minha filha – explicou a mãe –  casar-te-ei  com o primeiro que aparecer, pois estou velha e cansada.”
     
    Parte B
     


    1. Local e data → saudação e denominação do destinatário → corpo da carta → fórmula de despedida → assinatura
    2.  C)

  1. No tempo em que as pessoas ainda conversavam ao serão, três velhos senhores propuseram três enigmas aos que os escutavam. O primeiro senhor disse:
    Qual é a coisa, qual é ela, que, quando faz calor, cobre?
     O segundo senhor disse:
     – Qual é a coisa, qual é ela, que, quando não se vê, tapa?
    O terceiro senhor disse:
    Qual é a coisa, qual é ela, que carregamos quando estamos cansados de andar?
    Os que estavam a ouvir ficaram confusos e calados. Ao verem que ninguém respondia, os três senhores riram com gosto. A pedido de todos, revelaram os enigmas que eram, nada mais, nada menos, do que o chapéu, os óculos e a bengala.





domingo, 16 de novembro de 2014

Cenário de correção do 1º teste (7.ºB)




 

  1. 1º momento: da linha 1 à 9 (Cristo e S. Pedro passam por um laranjal. O menino acede aos pedidos de S. Pedro)

2º momento: da linha 10 à 14 (O Mestre concede o pedido do rapazinho: uma gaitinha que pusesse tudo e todos a dançar)

3º momento: da linha 15 à 24 (com a sua gaitinha, o rapaz faz alguns estragos, e é levado à presença de um juiz)

4º momento: da linha 25 à 42 (quando o juiz pede ao garoto para tocar a gaitinha, todos se põem a dançar, incluindo a mãe do juiz, que estava acamada havia sete anos. O juiz, encantado, libertou o menino.

 

  1. S. Pedro sugeriu a Cristo que provasse uma laranja para ser Ele a recompensar o rapazinho.
  2. Quando tocada, a gaitinha punha  tudo e todos a dançar. Duas das expressões do texto que comprovam esta caraterística são "[...] e, como começasse a ouvir-lhe o som da gaitinha, o jumento, vendilhão, loiça, tudo começou num delírio de pulos" (linhas 20-22) e “[...] juiz, escrivão, mesa, livros, vendilhão e os beleguins, tudo começou num rodízio e rodopio dançante.” (linhas 30-31)
  3. O menino era bondoso, pois ofereceu, sem hesitar, as laranjas a S. Pedro e ao Mestre. Além disso, era alegre, pois, além da salvação, pediu uma gaitinha que pusesse tudo e todos a dançar.
  4. O rapazito foi levado à presença do juiz, porque, com a sua gaita, causara danos ao dono do laranjal, que tinha ficado todo arranhado, e ao vendilhão, cuja mercadoria ficara partida.
  5. Se a gaita causava danos, pondo tudo e todos a dançar quando isso era inconveniente, também punha a mexer os paralíticos, como sucedeu com a mãe do juiz.
  6. a. segurar o jumento
    b. começou
    c. transpiração
  7. Neste conto convivem personagens humanas, como o menino, o proprietário do laranjal, o vendedor de louça, o juiz e a mãe, com S. Pedro e o Mestre. O tempo e o espaço em que a história teria ocorrido surge, logo no início, na afirmação vaga “Quando Cristo andava pelo mundo [...]” (linha 1). Existem marcas do discurso oral nos diminutivos (“rapazito”, “gaitinha”, “entrevadinha”), na utilização de expressões populares, como “bem me sabia”, “olha lá”, “dançasse tudo”, “bagadas de suor”, etc.
  8. “S. Pedro perguntou ao menino se o deixava comer uma laranja daquele belo laranjal.”
    “Peço-lhe desculpa – disse o menino – Prometo que lhe faço os curativos.”
  9. 10.1. Local e data → saudação e denominação do destinatário → corpo da carta → fórmula de despedida → assinatura
    1. d)

 

  1. Um jovem caranguejo perguntou-se: « Porque é que na minha família andam todos para trás? Quero aprender a andar para a frente, e que a cauda me caia se não o conseguir».
    Começou a exercitar-se às escondidas, entre os seixos do ribeiro natal, e nos primeiros dias a tarefa causou-lhe um enorme cansaço. Chocava contra tudo, magoava a carapaça e atropelava as pernas uma na outra. Mas, a pouco e pouco, as coisas começaram a correr melhor, pois tudo se pode aprender, quando se quer.
    Quando se sentiu seguro de si, apresentou-se à família e disse:

Vejam isto.

E deu uma magnífica corridinha em frente.

Meu filho desatou a chorar a mãe    Deram-te a volta ao miolo? Reconsidera, anda como o teu pai e a tua mãe te ensinaram, anda como os teus irmãos, que te querem tanto. (…)

 

(Gianni Rodari, in Histórias ao telefone, Teorema, 1987, p. 63. Texto com alterações)

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Guião de exposição oral

Um guião de apresentação oral é simples e tem pontos em comum com a planificação de textos escritos. Ora reparem:

1. INTRODUÇÃO


  • apresentação do tema
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________


 2. DESENVOLVIMENTO

  • tópico 1: ____________________________________________________________ 
  • tópico 2: ____________________________________________________________ 
  • tópico 3: ____________________________________________________________ 
  • tópico 4: ____________________________________________________________ 
  • tópico 5: ____________________________________________________________ 
 (...)


 3. CONCLUSÃO
  • síntese
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
    No vosso caso, como se trata de um livro, devem seguir as indicações do manual (p. 51)


    77c1096acf78f8ea5bdd5a920b7e9241.jpg (236×245)

    Avaliação da exposição oral



    • Planificação
    O aluno fez um guião apropriado para os seus ouvintes, tendo em conta o tempo disponível.
    • Tema/sequência do guião
    O guião é claro e organizado e há um equilíbrio entre a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
    • Coesão e coerência
    O apresentador fala de forma coerente, recorrendo a conetores, e usa um registo de língua adequado (embora menos exigente do que na expressão escrita), assim como um vocabulário variado.
    • Tom de voz/ritmo/entoação
    O tom de voz é audível, o ritmo é apropriado e a entoação é variada.
    • Postura/gestos/contacto visual


    O orador (isto é, aquele que fala) posiciona-se de frente para os seus colegas e estabelece contacto visual. Pode circular pela sala, mostrar imagens ou objetos e gesticular, quando tal se justificar.


    E nunca, mas mesmo nunca, jamais, em circunstância alguma ou sob que pretexto for... leiam.