quinta-feira, 19 de março de 2015

Cenário de correção do 4.º teste de avaliação


Grupo I

1. a. V; b. ID; c. ID; d. V; e. V; f. F (“Evidentemente não contei a ninguém a minha intenção.”); g. F (O bambuzal ficava no fundo do quintal do narrador.); h. V; i. ID; j. F (Ele subiu porque foi “projetado para cima como uma bala de canhão”, mas, quando o impulso acabou, ele foi “sempre caindo”.); k. F (“Senti que estava perdido.”); l. ID; m. V; n. V; o. ID.

 

2.1. “(…) me erguer (…)”

2.2. “(…) de nossa casa (…)”

2.3.conseguindo

 

3. A expressão “(…) braços abertos como as asas de um pássaro” é muito apropriada, pois compara a atitude do narrador à de um pássaro, quando, efetivamente, ele pretende voar.

 

Grupo II

    1. O título apropria-se a este conto, uma vez que Jika e Ndalu (assim como Tibas e Bruno Ferraz) viviam na mesma rua e eram amigos.

    1. É possível que Jika não quisesse comer em casa, por considerar que em casa de Ndalu se comia melhor. Talvez Jika preferisse comer em casa de Ndalu por apreciar a sua companhia e a das irmãs.
    2. É possível que a família de Jika fosse mais pobre do que a de Ndalu, e por isso houvesse mais comida em casa do amigo.

    1.  Jika e Ndalu podiam ter-se ferido, ou até morrido.
    2.  Há crianças que veem filmes ou desenhos animadas e se julgam a salvo de todos os perigos.
    3.  Talvez a mãe de Jika não o tivesse alertado para os perigos que incorria ao saltar de lugares altos.
    4. Como Jika era o mais novo da sua rua, não tinha maturidade suficiente para se aperceber dos perigos.
    5. Com a excitação da brincadeira, Jika não deu conta dos riscos envolvidos.
  1. “Então vou pedir na minha mãe.”
    5.1 Ndalu = vocativo; te = complemento indireto; uma coisa = complemento direto
     
    6.1 Quando Dona Sita contou uma história, Tchi adormeceu.
    6.2. Tchi adormeceu, porque Dona Sita contou uma história.
     
    7.1 Jika batia à porta de Ndalu, que ainda estava no quarto.
    7.2. Jika bebia uma gasosa que era importada.
     
    8. Orações subordinadas adverbiais relativas

 Grupo IV

Resposta livre

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

4.º teste de avaliação


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(In http://cm1falga.e-monsite.com/, acedido em 26/2/2014)



Para que não precisem de "esforçar os olhos", como o Calvin, aí vai a matéria do teste.


Leitura

Interpretação de um texto

Variedades do português

Educação literária

Texto literário de autor lusófono

Recursos expressivos

Gramática: a estudada até ao momento. Será dado especial relevo a:

 

  • Funções sintáticas: sujeito, vocativo, predicado, complemento direto, complemento indireto, complemento oblíquo, complemento agente da passiva, predicativo do sujeito, modificador
  • Oração subordinante
  • Orações subordinadas adverbiais causais e temporais
  • Orações subordinadas adjetivas relativas
     
     

Escrita

Texto narrativo

(Planificação, estruturação, redação com coerência e correção linguística, variação sintática e vocabular, revisão)





sábado, 21 de fevereiro de 2015

Cenário de correção do teste do 7.ºA


Cenário de correção

Grupo I

  1. b
  2. b
  3. c
  4. b, d, e, f, h
  5. c

 

Grupo II


  1. Pedro saiu de casa, atraído pela “estrela mais gira do céu”.
  2. O miúdo começou por sentir medo (“(…) porque o  medo vinha a correr também atrás dele (…)”(. A constatação de que a porta da torre estava aberta começou por admirá-lo (linha 17) para, em seguida, lhe provocar contentamento e, finalmente, novo susto (linhas 20 e 21).
  3. Além de quase não ter comido, Pedro manteve-se pesaroso e imóvel, o que alertou os pais.
  4. Pedro era curioso e apreciava coisas bonitas. Queria ter a estrela para si, mas pensou em dá-la à mãe, o que demonstra que era carinhoso com ela. Embora ele tenha sentido algum medo, a sua subida à torre revela que era corajoso. Por último, o seu receio pela reação dos pais revela que era malandro.
  5. Na frase “(…) o medo vinha a correr também atrás de ele” há uma personificação que mostra que, mesmo correndo, a criança não se sente a salvo. Trata-se de uma personificação porque ao sentimento do emdo é atribuída uma qualidade exclusiva de seres vivos, correr.




III



  1. a. derivação por parassíntese     b. composição morfossintática c. derivada por prefixação d. derivada por sufixação

  2. 1. B           2. E      3. A      4. D     5. C


     
    3.1.  a. A     b. P       c.  A

  3. a. A estrela era intensamente desejada pelo menino.
    b. O medo perseguiu-o até à igreja.
           c. a porta da torre será aberta devagar.




          pelo menino; pelo medo; pelo garoto

 


4.a. O rapaz queria a estrela, pois gostou do seu brilho.


4.b. O rapaz quer a estrela, mas não sabe bem para quê.






 

IV

 

Resposta livre

Cenário de correção do teste do 7.ºB


I
  1. b
  2. b
  3. c
  4. b, d, e, f, h
  5. c



 

II

 

  1. Pedro gostava muito do velho, pois este dava-lhe berlindes, consertava-lhe os brinquedos e, sobretudo, contava-lhe histórias que o rapaz apreciava muito.
  2. O senhor descobriu que a estrela tinha desaparecido porque dormia pouco e “(…) gostava às vezes de se pôr a olhar as estrelas”.
  3. Os pais de Pedro demonstraram alguma indiferença pelo desaparecimento da estrela: a mãe considerava-o irrelevante, pois havia muitas outras. Além disso, ela não tinha tempo para olhar para elas. O pai, por seu lado, pensava que as conversas dos habitantes da aldeia eram ridículas.
  4. Adjetivação simples: olhos bons; dupla adjetivação: olhos amachucados da velhice, mas bons (contraste) metáfora: olhos amachucados

 III

  1. a. derivação por parassíntese     b. composição morfossintática c. derivada por prefixação d. derivada por sufixação

 

  1. 1. B           2. E      3. A      4. D     5. C

 

  1.  

    1. a. P     b. P       c.  A
    2. pelo velho; pelo medo

 

4.a. O rapaz queria a estrela, pois gostou do seu brilho.

4.b. O rapaz quer a estrela, mas não sabe bem para quê.

 

IV

 

Resposta livre

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Ainda e sempre o verbo "haver"

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 In http://www.mundoeducacao.com/, acedido em 2/3/2015


Já que o Diogo Infante tem muito mais graça do que a professora de Português, cliquem aqui e fixem de uma vez por todas que o uso mais comum do verbo haver.

Retrato de um senhor dom Duarte





(Fonte: http://3.bp.blogspot.com, consultada em 29/12/2014)


Sou uma pessoa magra e de altura normal para a minha idade. Não sou muito alto, como certos colegas meus. O meu cabelo é médio e castanho e os meus olhos têm uma cor semelhante à do cabelo.

Sou simpático e “querido” para quem o merece, pois às vezes as pessoas abusam disso, coisa de que eu não gosto. Não gosto de falar mal de ninguém “nas costas” nem que o façam a mim, prefiro até que "gozem" comigo, mas “na minha cara”. Sou amigo do meu amigo, cauteloso, por vezes desconfiado e arrumado. Gosto de conhecer gente nova.

Gosto muito de música, mas não tenho muitas preferências: gosto de música portuguesa, comercial, clássica...

Adoro comer chocolate, mas não em demasia, senão fico enjoado; e amo gomas. Gosto muito de comida "de plástico". É claro que também como muitas outras coisas e adoro Coca-Cola e Ice Tea de manga. Divirto-me a jogar computador, a gravar e editar vídeos cómicos - e por vezes vergonhosos - de mim mesmo e a minha mãe gosta que eu faça isso.

Estar em frente a um computador às vezes é a minha única fonte de felicidade, pois quando estou bastante triste, um vídeo do “wuant” (youtuber português muito conhecido) anima-me.

Em suma, considero-me um rapaz que gosta de jogar computador, aprecia ver vídeos e ouvir música. Sou simpático e amigo. Tenho um aspeto normal (pois não me importo com isso), nunca me apetece ir para a cama à noite, nem gosto de comer. Sou um aluno mediano e, por vezes, não me apetece nada estudar!
 
 

sábado, 31 de janeiro de 2015

Retrato de um senhor (Diogo)





(Fonte: http://3.bp.blogspot.com, consultada em 29/12/2014)


Eu sou o Diogo, tenho 12 anos e vivo em Escudeiros. Sou um pouco baixo para a minha idade, tenho olhos verdes clarinhos, cabelo castanho, nariz pequeno e redondo, tenho os braços e as pernas igualmente compridos e sou magrinho.


Como toda a gente, tenho traços positivos e negativos. Sou divertido e carinhoso. Penso que sou inteligente e brincalhão, mas quando é para estudar, eu estudo. Por vezes posso ser “chato” e um pouco desobediente, mas ando a tentar melhorar.

Adoro tocar trompa. Cada vez que toco, não me apetece mais parar. Também gosto muito de fazer desporto. Gosto de estar sempre bem arranjado, de jogar hóquei com o meu irmão e passear com o meu cão.

Em suma, gosto de ser quem sou e espero nunca mudar. Ou então, mudar para melhor.