quinta-feira, 7 de maio de 2015

Sugestão de correção do texto argumentativo

 


A criação de impostos para alimentos que contêm níveis elevados de açúcar é um tema muito atual, que origina diferentes opiniões. Pessoalmente, sou a favor desta medida.

Considero a criação deste imposto benéfica por duas razões: por um lado, devido ao seu impacto na saúde e bem-estar do cidadão, uma vez que o excesso de açúcar no sangue provoca inúmeras doenças, como diabetes e obesidade; por outro lado, devido a motivos económicos, uma vez que a diminuição do consumo destes produtos, melhoraria a saúde dos cidadãos e reduziria os custos no tratamento deste tipo de doenças.

Em suma, tendo em conta os argumentos expostos, defendo que as vantagens da criação deste imposto são evidentes.
(Texto: Diálogos 7, Porto Editora)
 

 

terça-feira, 5 de maio de 2015

5.º teste de avaliação



Leitura

Interpretação de textos


Expressão, de forma fundamentada e sustentada, pontos de vista e apreciações críticas suscitados pelos textos lidos



Educação literária

Leandro, rei da Helíria
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
poema

Caraterísticas do texto dramático
Caraterísticas do texto poético
Recursos expressivos

Gramática





Palavras com grafias próximas


Identificação e conjugação de verbos em todos os tempos (simples e compostos) e modos


Aplicação das regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal em frases afirmativas, em frases que contêm uma palavra negativa; em frases iniciadas por pronomes e advérbios interrogativos; com verbos antecedidos de certos advérbios (bem, mal, ainda, , sempre, , talvez…)

Classes de palavras, com especial incidência em:


Conjunção coordenativa: copulativa, adversativa, disjuntiva, conclusiva e explicativa;


Conjunção subordinativa: causal e temporal
Identificação de processos de coordenação e subordinação entre orações:
coordenadas copulativas (sindéticas e assindéticas), adversativas, disjuntivas, conclusivas e explicativas


subordinadas adverbiais causais e temporais


subordinadas adjetivas relativas.
Divisão e classificação de orações





Escrita

Texto argumentativo

  • Planificação
  • Estruturação: tomada de uma posição; a apresentação de razões que a justifiquem; e uma conclusão coerente
  • Redação com coerência e correção linguística, variação sintática e vocabular
  • Revisão







N. B. Tratando-se de um teste de Português - e, por maioria de razões, o último - pode haver questões acerca de qualquer matéria estudada até ao momento.











quinta-feira, 9 de abril de 2015

O barco do Eduardo


   Eu vivia numa rua onde também viviam três amigos meus. Éramos os melhores amigos, fazíamos tudo juntos.

   Um dia, estávamos os quatro a conversar e eu disse-lhes:

   -Tive uma ideia mesmo divertida!-exclamei eu.

   -Ai sim? Qual é?-perguntou o João.

   -Já alguma vez andaram de barco?

   -Não, porquê?-disseram eles.

   -Porque estive a pensar e lembrei-me que o meu pai tem um pequeno barco em casa. Podíamos pegar nele enquanto o meu pai não estivasse a olhar e íamos andar de barco. Que tal?

   -Por mim, tudo bem- exclamou o Simão.

   -Parece ser divertido! Eu alinho-disse o João.

   -Então eu também vou- disse o Filipe.

   -Está combinado, amanhã vamos andar de barco!-disse eu.

(…)

   Depois de pegarmos no barco do meu pai e o levarmos pela floresta (posso dizer que custou), chegámos a um grande lago perto da minha casa. Era um lago mesmo grande, com uma água límpida e transparente onde a luz do sol reluzia e apenas uns peixinhos laranjas e pequeninos nadavam em grupo.

   Logo que pusemos o barco na água, saltámos para cima dele e remámos durante algum tempo até chegarmos a um sítio lindo, repleto de árvores à volta do lago e onde pequenos animais saíam das árvores.

   Remámos, mais ao menos, uma hora, mas depois estávamos cansados e voltámos para casa (felizmente o meu pai não deu pela nossa falta, senão…) Mas posso dizer que foi um dia muito divertido.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Perdida nas férias!


Todos os verões, eu e a minha família inteira costumamos encontrar-nos em Mira, numa casa de férias construída e acabada de geração em geração. É uma casa amarela com um pinhal, com piscina, com duas camaratas (a dos rapazes e a das raparigas), e com seis quartos (um para cada casal).
Certo dia, a minha tia Manela, quando eu tinha por volta dos seis anos, decidiu levar toda a criançada à praia.
Na praia, as ondas pareciam ótimas, mas a diversão pouco durou, ao descobrirmos que estava bandeira vermelha, e ao fim de uma hora fomos embora. Foi ao entrar no carro que me lembrei que tinha deixado os meus chinelos na praia. Quando voltei para o carro, já ninguém estava lá. Pensei que tivessem ido a pé sem mim, por isso decidi tentar descobrir um caminho para voltar para casa e acabei por me perder no meio de um mato por onde entrei. Comecei a assustar-me, pois já estava a escurecer. Estava tão cansada e assustada que acabei por adormecer. Passado algum tempo apareceu um cão ao longe, e tive medo que ele me mordesse! Olhei bem, e vi que não se tratava de um cão, mas sim da cadela dos meus avós. Não tarda apareceu o meu pai, que me abraçou e levou para casa!
Hoje sei que a minha tia não se tinha ido embora, mas deu pela minha falta e foram todos à minha procura!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O meu sonho de ser hoquista


Ali estava eu, a ver o meu primeiro jogo. Achei que não iria gostar. Quando lá cheguei, só me queria ir embora, mas a minha mãe disse-me:
- Diogo, está na hora de começares a praticar um desporto. Espera até que o jogo comece e vais ver.
- Está bem…
Logo que ouvi o apito inicial, percebi que era aquele o meu desporto. A minha mãe nem precisou de perguntar, percebeu-o através da minha felicidade.
No dia seguinte, não parava de falar de hóquei, e todos os meus amigos pareciam gostar. Eu estava ansioso pelo fim da tarde, pois quando acabassem as aulas eu iria novamente ao Pavilhão das Goladas, mas, desta vez, ia ser eu a experimentar. Quando cheguei, calcei os patins que me ofereceram e fui para dentro do ringue. Eu «fartava-me» de cair mas, com tanta felicidade, nem sentia as dores. Logo que comecei a aperfeiçoar a patinagem peguei num «stick», mas mal aguentava com ele. Apesar de eu achar que aquilo iria ser muito difícil, o meu treinador sempre me disse para eu nunca desistir do que realmente queria. Eu, lá dentro, sentia-me bem, o ringue era bonito, tudo era perfeito.
O clube chamava-se Hóquei Clube de Braga, mais conhecido por H.C.B.
Mesmo tendo entrado mais tarde do que os outros, não pretendo desistir e espero ser melhor que os outros.

A aventura do Zé Pedro

Na minha infância tive muitas aventuras, mas eu gostei especialmente de uma
          No verão vamos à aldeia e costumamos ir ao rio, que se situa em Gondiães. Esse rio é grande, calmo e bonito. O único problema são os moscardos. Eu e a minha prima Sara gostamos muito de lá ir por ter pranchas de saltar, tanto na parte baixa, como na parte funda que é onde eu e a minha prima costumamos ir.
          Um dia eu disse à minha prima:
         - Vou tentar dar um mortal no ar e cair na água.
Ao que ela respondeu:
         - Ok, mas tem cuidado, eu acredito em ti. Fui para a ponta da prancha, balancei-me um pouco, mas acabei por ter medo.
          Foi assim sucessivamente até que, antes de vir embora, eu perdi o medo. Saltei o mais alto que consegui, pus-me em posição de bomba e rodopiei. Nesse momento, vi toda a gente a olhar para mim. De repente, caí na água, voltei para a superfície e fui para casa e, à vinda, todos me deram os parabéns!

O Vicente e a memória de Nárnia

Esta história aconteceu há muito tempo, em 1988, digamos.
    Estava eu em Londres e ia partir para Braga, quando entrei num armário e fui para Nárnia - mas vamos começar pelo início.
Tudo começou assim: o meu avô estava a "rachar" lenha e eu estava a ajudá-lo, até que fui descansar. Acordei e imaginem o que eu vi!uma lareira em cujo fogo, se via um armário e um leão.
    Achei muito estranho e fui dizer à minha avó mas, como eu esperava, ela disse que eu estava maluco. Então fui dormir outra vez, à espera de ver mais alguma coisa, mas não vi nada.
    Acordei da minha soneca e fui jogar à bola com os meus amigos e eles disseram-me que também tinham visto o mesmo que eu. Então decidimos ir a Londres procurar um armário igual. Chegámos a Londres e entrámos no armário e não é que, para meu espanto, estava lá dentro um novo mundo que era denominado Nárnia?
    Foi uma aventura e "peras".Depois voltei para Braga e fiquei com uma memória de Nárnia.