Blogue das turmas de sétimo ano do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian (ano letivo 2014/2015)
quinta-feira, 28 de maio de 2015
sexta-feira, 8 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Sugestão de correção do texto argumentativo

(Imagem: http://www.brasilescola.com)
A criação de impostos para
alimentos que contêm níveis elevados de açúcar é um tema muito atual, que
origina diferentes opiniões. Pessoalmente, sou a favor desta medida.
Considero a criação deste imposto
benéfica por duas razões: por um lado, devido ao seu impacto na saúde e
bem-estar do cidadão, uma vez que o excesso de açúcar no sangue provoca
inúmeras doenças, como diabetes e obesidade; por outro lado, devido a motivos
económicos, uma vez que a diminuição do consumo destes produtos, melhoraria a
saúde dos cidadãos e reduziria os custos no tratamento deste tipo de doenças.
Em suma, tendo em conta os
argumentos expostos, defendo que as vantagens da criação deste imposto são
evidentes.
(Texto: Diálogos 7, Porto Editora)
terça-feira, 5 de maio de 2015
5.º teste de avaliação
Leitura
Interpretação de textos
Expressão, de forma fundamentada e sustentada, pontos de vista e apreciações críticas suscitados pelos textos lidos
Expressão, de forma fundamentada e sustentada, pontos de vista e apreciações críticas suscitados pelos textos lidos
Educação literária
Leandro, rei da Helíria
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
poema
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
poema
Caraterísticas do texto dramático
Caraterísticas do texto poético
Recursos expressivos
Caraterísticas do texto poético
Recursos expressivos
Gramática
Palavras com grafias próximas
Identificação e conjugação de verbos em todos os tempos (simples e compostos) e modos
Aplicação das regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal em frases afirmativas, em frases que contêm uma palavra negativa; em frases iniciadas por pronomes e advérbios interrogativos; com verbos antecedidos de certos advérbios (bem, mal, ainda, já, sempre, só, talvez…)
Aplicação das regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal em frases afirmativas, em frases que contêm uma palavra negativa; em frases iniciadas por pronomes e advérbios interrogativos; com verbos antecedidos de certos advérbios (bem, mal, ainda, já, sempre, só, talvez…)
Classes de palavras, com especial incidência em:
Conjunção coordenativa: copulativa, adversativa, disjuntiva, conclusiva e explicativa;
N. B. Tratando-se de um teste de Português - e, por maioria de razões, o último - pode haver questões acerca de qualquer matéria estudada até ao momento.
Conjunção coordenativa: copulativa, adversativa, disjuntiva, conclusiva e explicativa;
Conjunção subordinativa: causal e temporal
Identificação de processos de coordenação e subordinação entre orações:
subordinadas adverbiais causais e temporais
coordenadas copulativas (sindéticas e assindéticas), adversativas, disjuntivas, conclusivas e explicativas
subordinadas adverbiais causais e temporais
subordinadas adjetivas relativas.
Divisão e classificação de orações
Escrita
Texto argumentativo
- Planificação
- Estruturação: tomada de uma posição; a apresentação de razões que a justifiquem; e uma conclusão coerente
- Redação com coerência e correção linguística, variação sintática e vocabular
- Revisão
N. B. Tratando-se de um teste de Português - e, por maioria de razões, o último - pode haver questões acerca de qualquer matéria estudada até ao momento.

quinta-feira, 9 de abril de 2015
O barco do Eduardo
Eu vivia numa rua onde também viviam três
amigos meus. Éramos os melhores amigos, fazíamos tudo juntos.
Um dia, estávamos os quatro a conversar e eu
disse-lhes:
-Tive uma ideia mesmo divertida!-exclamei
eu.
-Ai sim? Qual é?-perguntou o João.
-Já alguma vez andaram de barco?
-Não, porquê?-disseram eles.
-Porque estive a pensar e lembrei-me que o
meu pai tem um pequeno barco em casa. Podíamos pegar nele enquanto o meu pai
não estivasse a olhar e íamos andar de barco. Que tal?
-Por mim, tudo bem- exclamou o Simão.
-Parece ser divertido! Eu alinho-disse o
João.
-Então eu também vou- disse o Filipe.
-Está combinado, amanhã vamos andar de
barco!-disse eu.
(…)
Depois de pegarmos no barco do meu pai e o
levarmos pela floresta (posso dizer que custou), chegámos a um grande lago
perto da minha casa. Era um lago mesmo grande, com uma água límpida e
transparente onde a luz do sol reluzia e apenas uns peixinhos laranjas e
pequeninos nadavam em grupo.
Logo que pusemos o barco na água, saltámos
para cima dele e remámos durante algum tempo até chegarmos a um sítio lindo,
repleto de árvores à volta do lago e onde pequenos animais saíam das árvores.
Remámos, mais ao menos, uma hora, mas depois
estávamos cansados e voltámos para casa (felizmente o meu pai não deu pela
nossa falta, senão…) Mas posso dizer que foi um dia muito divertido.
terça-feira, 7 de abril de 2015
Perdida nas férias!
Todos os verões, eu e a minha família inteira costumamos
encontrar-nos em Mira, numa casa de férias construída e acabada de geração em
geração. É uma casa amarela com um pinhal, com piscina, com duas camaratas (a
dos rapazes e a das raparigas), e com seis quartos (um para cada casal).
Certo dia, a minha tia Manela, quando eu tinha por volta
dos seis anos, decidiu levar toda a criançada à praia.
Na praia, as ondas pareciam ótimas, mas a diversão pouco
durou, ao descobrirmos que estava bandeira vermelha, e ao fim de uma hora fomos
embora. Foi ao entrar no carro que me lembrei que tinha deixado os meus
chinelos na praia. Quando voltei para o carro, já ninguém estava lá. Pensei que
tivessem ido a pé sem mim, por isso decidi tentar descobrir um caminho para
voltar para casa e acabei por me perder no meio de um mato por onde entrei.
Comecei a assustar-me, pois já estava a escurecer. Estava tão cansada e
assustada que acabei por adormecer. Passado algum tempo apareceu um cão ao
longe, e tive medo que ele me mordesse! Olhei bem, e vi que não se tratava de
um cão, mas sim da cadela dos meus avós. Não tarda apareceu o meu pai, que me
abraçou e levou para casa!
Hoje sei que a minha tia não se tinha ido embora, mas deu
pela minha falta e foram todos à minha procura!
segunda-feira, 6 de abril de 2015
O meu sonho de ser hoquista
Ali estava eu, a ver o meu primeiro jogo. Achei que
não iria gostar. Quando lá cheguei, só me queria ir embora, mas a minha mãe
disse-me:
- Diogo, está na hora de começares a praticar um
desporto. Espera até que o jogo comece e vais ver.
- Está bem…
Logo que ouvi o apito inicial, percebi que era
aquele o meu desporto. A minha mãe nem precisou de perguntar, percebeu-o
através da minha felicidade.
No dia seguinte, não parava de falar de hóquei, e
todos os meus amigos pareciam gostar. Eu estava ansioso pelo fim da tarde, pois
quando acabassem as aulas eu iria novamente ao Pavilhão das Goladas, mas, desta
vez, ia ser eu a experimentar. Quando cheguei, calcei os patins que me
ofereceram e fui para dentro do ringue. Eu «fartava-me» de cair mas, com tanta
felicidade, nem sentia as dores. Logo que comecei a aperfeiçoar a patinagem
peguei num «stick», mas mal aguentava com ele. Apesar de eu achar que aquilo
iria ser muito difícil, o meu treinador sempre me disse para eu nunca desistir
do que realmente queria. Eu, lá dentro, sentia-me bem, o ringue era bonito, tudo
era perfeito.
O clube chamava-se Hóquei Clube de Braga, mais
conhecido por H.C.B.
Mesmo tendo entrado mais tarde do que os outros, não
pretendo desistir e espero ser melhor que os outros.
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