domingo, 7 de junho de 2015

Cenário de correção (7.ºB)




Grupo I

1.1. Uma vez que há apenas duas personagens, o Bobo e o Rei, bastam dois atores.

1.2. As didascálias são indicações que o autor fornece aos diversos intervenientes na encenação. As informações acerca da movimentação cénica, das emoções ou do vestuário das personagens interessam aos atores e ao encenador. As informações relativas ao cenário, à luz ou ao som são úteis para o encenador, para o luminotécnico, para o figurinista ou para o sonoplasta.

2.1. Em vez do seu cargo que, a seu ver, implica deveres e desassossegos, rei Leandro preferia ser bobo.

2.2. O Bobo oferece-se de imediato para trocar de lugar, começando pelas roupagens e adereços que simbolizam o poder: o manto, a coroa e o cetro.

3.1. O sonho do rei realizou-se, visto que Leandro perdeu o poder (expresso no manto, na coroa e no cetro que se afastam), que as filhas o desprezaram (sendo o desprezo traduzido nas gargalhadas) e que passou por muitas provações (simbolizadas no frio).

4. Trata-se de uma ironia, cujo valor expressivo reside no facto de Leandro fingir considerar agradável uma vida que, na realidade, é extremamente difícil.

5. Para além das suas funções de bobo da corte, ele não é hipócrita, dizendo, a brincar, as verdades ao soberano. Revela-se sensato, dado que previne o rei para os perigos de confiar em Hortênsia e Amarílis, e tenta chamá-lo à razão relativamente a Violeta. Além disso, é o único que não abandona Leandro, acompanhando-o na pobreza e na cegueira.

 

6.2. Neste excerto é tratado o tema da tolerância. Com efeito, os gatos aceitam Kengah tal como ela é.

 

Grupo II

 

1.1. Divide e classifica as orações das frases que se seguem.

a. Chega-me o fato = oração subordinante

 que está na cadeira = oração subordinada adjetiva relativa

b. Visto fato escuro = oração subordinante

Quando tenho audição = oração subordinada adverbial temporal

c. Não posso assistir ao concerto didático = oração subordinante

 uma vez que estou na aula = oração subordinada adverbial causal

 

1.2. Divide e classifica as orações das frases que se seguem.

a. O Martim atrasou-se = oração coordenada

logo, perdeu o autocarro = oração coordenada conclusiva

b. Ele está triste= oração coordenada

 pois não conseguiu acabar o trabalho = oração coordenada explicativa

c. Nem estudas = oração coordenada copulativa

 nem me ajudas = oração coordenada copulativa

2.

a. O João está a tremer, pois tem frio.

b. As nuvens desapareceram, logo, não vai chover.

c. Mal eu entrei , ela saiu.

d. Não vou à escola, porque estou muito constipado.

 

3.

a. Passo a vida a ouvi-las.

b. Amarílis não o  suporta.

c. Tens de comê-lo sem deixar migalhas.

d.o  decorámos.

e. Alguém as trouxe?

f. Os alunos de Educação Visual fizeram-nos.

 

4.

a. Seria melhor se Leandro não confiasse no seu conselheiro.

b. Talvez Felizardo não dissesse aquilo por mal.

c. Simplício ri-se por tudo e por nada.

d. Na verdade, a questão resolve-se graças à persistência de Violeta.

 

5.

a. Naquele dia, houve um belo banquete no reino do príncipe Reginaldo.

b. Ah! Que belas iguarias se podem apreciar à mesa de Reginaldo! muito que não via nada assim…

c. Carregada, Briolanja traz o javali numa enorme bandeja.

d. Com certeza o Rei Leandro apreciará os manjares que lhe são apresentados.

 

6.

a. Leandro fora ingénuo a ponto de acreditar em Hortênsia e Amarílis.

b. Se Leandro tivesse mais paciência, nada disto teria acontecido.

c. Se pudesse, eu faria os Estados Unidos de costa a costa.

d. Alguns passageiros põem os pés em cima dos assentos.

e. A Joana dirá o que tu lhe disseres.

f. Aquele degrau é traiçoeiro e as pessoas de idade caem com facilidade

 

 

Grupo III

Resposta livre

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Robert Muchamore na Feira do Livro de Lisboa

Lido no DN on-line de hoje
Robert Muchamore na Feira do Livro de Lisboa








O criador do best seller juvenil Cherub, Robert Muchamore, veio lançar uma nova coleção (Rock War) e, em entrevista ao DN, fala da saga que já vendeu meio milhão de exemplares em Portugal.


Já houve um fã que lhe pediu para assinar um ananás. Outra que era tão grande e gorda e estava tão feliz por o conhecer que quando o abraçou levantou-lhe os pés do chão. Em Lisboa, esta semana na Feira do Livro, autografou um exemplar de O Recruta com seis anos e muito uso. Robert Muchamore ficou admirado com o livro que uma jovem lhe estendeu. Mais admirado quando soube que Mafalda tem 19 anos e é sua fã. Leu todos os livros, mais que uma vez. Agora, ela lê Jane Austen mas não quis deixar de pedir um autógrafo ao autor que acompanhou na adolescência. Cherub marca já gerações de leitores em todo o mundo, com oito milhões vendidos.
Robert, devo confessar que não conhecia os seus livros...
... normalmente tens de ter 12 anos para conhecer os meus livros (risos).
... mas um rapaz de nove anos surripiou O Recruta [ primeiro volume da coleção Cherub] que eu estava a ler e deixou de querer saber de PlayStation ou televisão. Qual o segredo?
Isso é fantástico! Acho que o que diferencia os meus livros é que eles estão no mundo real, com traficantes de droga e terroristas e eu faço as crianças e os acontecimentos parecerem reais. Não há poções mágicas ou armas fantásticas. Um dos e-mails mais comuns que recebo dos fãs é "a Cherub é real? Posso pertencer à Cherub?" Quando as crianças leem os livros pensam: isto podia acontecer-me. Isso é o poder e a atração que explica o sucesso destes livros.

(Marina Almeida)

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Sugestão de correção do texto argumentativo

 


A criação de impostos para alimentos que contêm níveis elevados de açúcar é um tema muito atual, que origina diferentes opiniões. Pessoalmente, sou a favor desta medida.

Considero a criação deste imposto benéfica por duas razões: por um lado, devido ao seu impacto na saúde e bem-estar do cidadão, uma vez que o excesso de açúcar no sangue provoca inúmeras doenças, como diabetes e obesidade; por outro lado, devido a motivos económicos, uma vez que a diminuição do consumo destes produtos, melhoraria a saúde dos cidadãos e reduziria os custos no tratamento deste tipo de doenças.

Em suma, tendo em conta os argumentos expostos, defendo que as vantagens da criação deste imposto são evidentes.
(Texto: Diálogos 7, Porto Editora)
 

 

terça-feira, 5 de maio de 2015

5.º teste de avaliação



Leitura

Interpretação de textos


Expressão, de forma fundamentada e sustentada, pontos de vista e apreciações críticas suscitados pelos textos lidos



Educação literária

Leandro, rei da Helíria
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
poema

Caraterísticas do texto dramático
Caraterísticas do texto poético
Recursos expressivos

Gramática





Palavras com grafias próximas


Identificação e conjugação de verbos em todos os tempos (simples e compostos) e modos


Aplicação das regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal em frases afirmativas, em frases que contêm uma palavra negativa; em frases iniciadas por pronomes e advérbios interrogativos; com verbos antecedidos de certos advérbios (bem, mal, ainda, , sempre, , talvez…)

Classes de palavras, com especial incidência em:


Conjunção coordenativa: copulativa, adversativa, disjuntiva, conclusiva e explicativa;


Conjunção subordinativa: causal e temporal
Identificação de processos de coordenação e subordinação entre orações:
coordenadas copulativas (sindéticas e assindéticas), adversativas, disjuntivas, conclusivas e explicativas


subordinadas adverbiais causais e temporais


subordinadas adjetivas relativas.
Divisão e classificação de orações





Escrita

Texto argumentativo

  • Planificação
  • Estruturação: tomada de uma posição; a apresentação de razões que a justifiquem; e uma conclusão coerente
  • Redação com coerência e correção linguística, variação sintática e vocabular
  • Revisão







N. B. Tratando-se de um teste de Português - e, por maioria de razões, o último - pode haver questões acerca de qualquer matéria estudada até ao momento.











quinta-feira, 9 de abril de 2015

O barco do Eduardo


   Eu vivia numa rua onde também viviam três amigos meus. Éramos os melhores amigos, fazíamos tudo juntos.

   Um dia, estávamos os quatro a conversar e eu disse-lhes:

   -Tive uma ideia mesmo divertida!-exclamei eu.

   -Ai sim? Qual é?-perguntou o João.

   -Já alguma vez andaram de barco?

   -Não, porquê?-disseram eles.

   -Porque estive a pensar e lembrei-me que o meu pai tem um pequeno barco em casa. Podíamos pegar nele enquanto o meu pai não estivasse a olhar e íamos andar de barco. Que tal?

   -Por mim, tudo bem- exclamou o Simão.

   -Parece ser divertido! Eu alinho-disse o João.

   -Então eu também vou- disse o Filipe.

   -Está combinado, amanhã vamos andar de barco!-disse eu.

(…)

   Depois de pegarmos no barco do meu pai e o levarmos pela floresta (posso dizer que custou), chegámos a um grande lago perto da minha casa. Era um lago mesmo grande, com uma água límpida e transparente onde a luz do sol reluzia e apenas uns peixinhos laranjas e pequeninos nadavam em grupo.

   Logo que pusemos o barco na água, saltámos para cima dele e remámos durante algum tempo até chegarmos a um sítio lindo, repleto de árvores à volta do lago e onde pequenos animais saíam das árvores.

   Remámos, mais ao menos, uma hora, mas depois estávamos cansados e voltámos para casa (felizmente o meu pai não deu pela nossa falta, senão…) Mas posso dizer que foi um dia muito divertido.