1.1. "(dá um grito e cai de joelhos diante do
pai” é uma indicação cénica relativa a Violeta.
1.2. As didascálias são indicações que o autor
fornece aos diversos intervenientes na encenação. As informações acerca da
movimentação cénica, das emoções ou do vestuário das personagens interessam aos
atores e ao encenador. As informações relativas ao cenário, à luz ou ao som são
úteis para o encenador, para o luminotécnico, para o figurinista ou para o
sonoplasta.
2.1.A caraterização da personagem príncipe
Felizardo é b).
2.2. Felizardo não é caraterizado de forma direta.
É graças às suas falas e à sua atuação que deduzimos que o Príncipe é
grosseiro, pois interrompe o discurso do rei (“Ora,
ora, sonhos são tretas. Eu cá nunca sonho.”) e ignorante, pois não sabe o que significa
premonição (“PRÍNCIPE FELIZARDO (para
Simplício): Pré... quê?”).
3.
Com a metáfora das rédeas, o rei Leandro refere-se ao governo do reino da Helíria.
4. Julgando que os deuses “querem que [ele]
deixe de reinar (…)” e que “devem pensar que est[á] velho de mais”, o monarca decide legar o
seu reino às filhas. Leandro considera que “[j]á trabalh[ou] tempo suficiente e
“que mere[ce] descansar, e gozar em paz os anos de vida que [lhe] restam.”
5.1.
Nos apartes, a cena suspende-se e os atores dirigem-se diretamente ao público, de
tal forma que – supostamente –, as personagens que se encontram no palco não ouvem
os apartes.
5.2. Se o Bobo fosse ouvido pelo rei Leandro, poderia
ser punido pela sua impertinência.
6.1.
O rei nunca deveria ter legado o seu reino,
já que Hortênsia e Amarílis não cumpriram as suas promessas. Uma vez detentoras
de todo o poder, expulsaram o pai, e só Violeta e o Príncipe Reginaldo o acolheram.
Texto B
7.1. Kengah não pôde levantar voo, porque “[o]
maldito petróleo [lhe] pegava as penas da rabadilha, de tal maneira que não
podia orientar a subida”.
7.2. O tema deste excerto é a poluição.
Grupo II
1.1. a.
Chega-me o fato = oração subordinante
que está na
cadeira = oração subordinada adjetiva relativa
b. Visto
fato escuro = oração subordinante
Quando tenho audição = oração subordinada adverbial
temporal
c. Não posso
assistir ao concerto didático = oração subordinante
uma vez que
estou na aula = oração subordinada adverbial causal
1.2. a. O
Martim atrasou-se = oração coordenada
logo, perdeu o autocarro = oração coordenada conclusiva
b. Ele está
triste= oração coordenada
pois não conseguiu
acabar o trabalho = oração coordenada explicativa
c. Nem
estudas = oração coordenada copulativa
nem me ajudas =
oração coordenada copulativa
2.
a.
O João está a tremer, pois tem frio.
b.
As nuvens desapareceram; logo, não
vai chover.
c.
Mal eu entrei, ela saiu.
d.
Não vou à escola, porque estou muito
constipado.
3.
a. Tu compra-lo na Senhora-a-Branca.
b. Briolanja
fê-lo em forno de lenha.
c. Ela não o diz a ninguém.
d. Já o comprámos para esta semana.
e. Trouxeram-nas?
f. Quem o escreveu?
g. Ainda não
o acabaste?
4.
a. O banquete
realiza-se no reino da Helíria.
b. Talvez Felizardo
não dissesse aquilo por mal.
c. Seria
melhor se Leandro confiasse no seu
conselheiro.
d. Na
verdade, a questão resolve-se graças
à persistência de Violeta.
5.
a. Há três dias que Violeta escolhe as
melhores iguarias do seu reino para o banquete.
b. Leandro
tomou assento à cabeceira da mesa.
c. Com certeza o Rei Leandro apreciará os
manjares que lhe são apresentados.
d. Briolanja
traz o javali.
6.
a. Se
Leandro fosse mais prudente, nada
disto teria acontecido.
b. Leandro acreditara na hipocrisia das duas
filhas mais velhas, pois era extremamente ingénuo.
c. Eu diria que o Hugo não estudou nada para
o teste…
d. Talvez
ele tenha estudado, afinal…
e. Tu puseste os pés em cima das cadeiras?!
f. A Joana fará tudo o que tu lhe disseres.
g. No final
do concerto, os músicos saem pela
porta lateral.
Grupo
III
Resposta livre