sábado, 13 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!


Uma das razões pelas quais eu estou contra é porque, se houver alguma situação imprevista ou algo nos aconteça, podemos entrar em contacto com os nossos familiares mais próximos ou alguém que estivesse à nossa espera para avisar sobre o assunto. A segunda razão é que, quando algum dos nossos amigos ou familiares está de férias ou emigrou para outro país ou outra cidade longe da nossa, podemos ligar-lhes e assim “matar” algumas das saudades e perguntar-lhes se está tudo a correr bem.
 E é por estes dois argumentos que apresentei no texto que estou do lado contra quanto ao tema “O telemóvel é perfeitamente dispensável”.
Rafaela

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!


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O telemóvel é como um sexto dedo. É muito giro, mas não serve para nada. Bem, serve para algumas coisas importantes, como a comunicação, alguns trabalhos…
O meu primeiro telemóvel foi-me dado, quando eu tinha dez anos, no último dia de aulas do quarto ano. Mas tinha razões para o ter, tenho um irmão mais novo no terceiro ano. Quando ele entrou, eu recebi o telemóvel. Hoje em dia é um caos, principalmente, nas escolas. Ou a jogar jogos, ou a mandar mensagens, ou na internet,…
Para mim, os pais dão muito cedo os telemóveis. Tudo bem, ter um telemóvel para ligar aos pais para nos irem buscar, mas em crianças não. Além disso, não convivem nada uns com os outros. Para que serve a boca? Para embelezar a cara? Para ficarmos calados?
Sim! Os telemóveis são perfeitamente dispensáveis. E lembrem-se. Para que serve a boca?
Adriana
Imagem retirada de http://img.over-blog-kiwi.com/em 11/6/1015


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!

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Estou totalmente em desacordo com a afirmação o “telemóvel é perfeitamente dispensável”. Para justificar o facto de não estar de acordo, apresento os seguintes motivos:

Primeiro motivo: sim, é verdade que com os telemóveis as pessoas já não socializam tanto, mas para mim, ele é muito importante nas nossa vida, por exemplo: para ligarmos a alguém, para nos ajudar a saber o caminho utilizando o G.P.S, para ver as horas e  em caso de emergência.

Segundo motivo: Como já disse anteriormente, o telemóvel serve para muitas coisas. Eu própria o utilizo para ler, escrever, ouvir música e muito mais.

Para concluir, o telemóvel não deveria ser dispensado, não só pelas razões apresentadas, mas também por muitas mais. Porém, isso não quer dizer que as pessoas andem sempre agarradas ao telemóvel. Simplesmente devem utilizá-lo de vez em quando e em situações de emergência. Ou, claro, para uso pessoal.


Guiomar

Imagem retirada de http://www.pro-influence.com/ em 11/6/2015

Textos argumentativos, é connosco!

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   Atualmente, os telemóveis são muito usuais, são raras as exceções de quem não usa telemóvel. Mas eu penso que o telemóvel é dispensável.
   Na minha opinião, os telemóveis mais recentes têm vindo a piorar o convívio entre as pessoas. Em todos os locais, há quase sempre um grupo, mais provavelmente de jovens, que estão sentados a mexer no telemóvel e por vezes a falar uns com os outros por mensagens - e não convivem! Desta maneira, ninguém vai fazer amigos novos e ninguém vai estudar, com o vício de mexer nos telemóveis.
  Por outro lado, os telemóveis também têm de ser usados, mas para telefonemas importantes, notícias que possam interessar a algumas pessoas que estejam na Internet, etc.
  Em conclusão, eu acho que nós devíamos usar menos os telemóveis e conviver, conhecer pessoas novas e passear mais...

Beatriz V


Imagem retirada de http://www.pro-influence.com/ em 11/6/2015

terça-feira, 9 de junho de 2015

Cenário de correção (7.ºA)


1.1. "(dá um grito e cai de joelhos diante do pai” é uma indicação cénica relativa a Violeta.

1.2. As didascálias são indicações que o autor fornece aos diversos intervenientes na encenação. As informações acerca da movimentação cénica, das emoções ou do vestuário das personagens interessam aos atores e ao encenador. As informações relativas ao cenário, à luz ou ao som são úteis para o encenador, para o luminotécnico, para o figurinista ou para o sonoplasta.

2.1.A caraterização da personagem príncipe Felizardo é b).

         

2.2. Felizardo não é caraterizado de forma direta. É graças às suas falas e à sua atuação que deduzimos que o Príncipe é grosseiro, pois interrompe o discurso do rei (“Ora, ora, sonhos são tretas. Eu cá nunca sonho.”) e ignorante, pois não sabe o que significa premonição (“PRÍNCIPE FELIZARDO (para Simplício): Pré... quê?”).

 

3. Com a metáfora das rédeas, o rei Leandro refere-se ao governo do reino da Helíria.

 

4. Julgando que os deuses “querem que [ele] deixe de reinar (…)” e que “devem pensar que  est[á] velho de mais”, o monarca decide legar o seu reino às filhas. Leandro considera que “[j]á trabalh[ou] tempo suficiente e “que mere[ce] descansar, e gozar em paz os anos de vida que [lhe] restam.”

5.1. Nos apartes, a cena suspende-se e os atores dirigem-se diretamente ao público, de tal forma que – supostamente –, as personagens que se encontram no palco não ouvem os apartes.

5.2. Se o Bobo fosse ouvido pelo rei Leandro, poderia ser punido pela sua impertinência.

6.1. O rei nunca deveria ter legado o seu reino, já que Hortênsia e Amarílis não cumpriram as suas promessas. Uma vez detentoras de todo o poder, expulsaram o pai, e só Violeta e o Príncipe Reginaldo o acolheram.

Texto B

 

7.1. Kengah não pôde levantar voo, porque “[o] maldito petróleo [lhe] pegava as penas da rabadilha, de tal maneira que não podia orientar a subida”.

7.2. O tema deste excerto é a poluição.

Grupo II

 

1.1. a. Chega-me o fato = oração subordinante

 que está na cadeira = oração subordinada adjetiva relativa

b. Visto fato escuro = oração subordinante

Quando tenho audição = oração subordinada adverbial temporal

c. Não posso assistir ao concerto didático = oração subordinante

 uma vez que estou na aula = oração subordinada adverbial causal

 

1.2. a. O Martim atrasou-se = oração coordenada

logo, perdeu o autocarro = oração coordenada conclusiva

b. Ele está triste= oração coordenada

 pois não conseguiu acabar o trabalho = oração coordenada explicativa

c. Nem estudas = oração coordenada copulativa

 nem me ajudas = oração coordenada copulativa

2.

a. O João está a tremer, pois tem frio.

b. As nuvens desapareceram; logo, não vai chover.

c. Mal eu entrei, ela saiu.

d. Não vou à escola, porque estou muito constipado.

 

3.

a. Tu compra-lo na Senhora-a-Branca.

b. Briolanja fê-lo em forno de lenha.

c. Ela não o diz a ninguém.

d.o comprámos para esta semana.

e. Trouxeram-nas?

f. Quem o escreveu?

g. Ainda não o acabaste?

 

4.

a. O banquete realiza-se no reino da Helíria.

b. Talvez Felizardo não dissesse aquilo por mal.

c. Seria melhor se Leandro confiasse no seu conselheiro.

d. Na verdade, a questão resolve-se graças à persistência de Violeta.

 

5.

a. três dias que Violeta escolhe as melhores iguarias do seu reino para o banquete.

b. Leandro tomou assento à cabeceira da mesa.

c. Com certeza o Rei Leandro apreciará os manjares que lhe são apresentados.

d. Briolanja traz o javali.

 

6.

a. Se Leandro fosse mais prudente, nada disto teria acontecido.

b. Leandro acreditara na hipocrisia das duas filhas mais velhas, pois era extremamente ingénuo.

c. Eu diria que o Hugo não estudou nada para o teste…

d. Talvez ele tenha estudado, afinal…

e. Tu puseste os pés em cima das cadeiras?!

f. A Joana fará tudo o que tu lhe disseres.

g. No final do concerto, os músicos saem pela porta lateral.

 

Grupo III

 

Resposta livre

domingo, 7 de junho de 2015

Cenário de correção (7.ºB)




Grupo I

1.1. Uma vez que há apenas duas personagens, o Bobo e o Rei, bastam dois atores.

1.2. As didascálias são indicações que o autor fornece aos diversos intervenientes na encenação. As informações acerca da movimentação cénica, das emoções ou do vestuário das personagens interessam aos atores e ao encenador. As informações relativas ao cenário, à luz ou ao som são úteis para o encenador, para o luminotécnico, para o figurinista ou para o sonoplasta.

2.1. Em vez do seu cargo que, a seu ver, implica deveres e desassossegos, rei Leandro preferia ser bobo.

2.2. O Bobo oferece-se de imediato para trocar de lugar, começando pelas roupagens e adereços que simbolizam o poder: o manto, a coroa e o cetro.

3.1. O sonho do rei realizou-se, visto que Leandro perdeu o poder (expresso no manto, na coroa e no cetro que se afastam), que as filhas o desprezaram (sendo o desprezo traduzido nas gargalhadas) e que passou por muitas provações (simbolizadas no frio).

4. Trata-se de uma ironia, cujo valor expressivo reside no facto de Leandro fingir considerar agradável uma vida que, na realidade, é extremamente difícil.

5. Para além das suas funções de bobo da corte, ele não é hipócrita, dizendo, a brincar, as verdades ao soberano. Revela-se sensato, dado que previne o rei para os perigos de confiar em Hortênsia e Amarílis, e tenta chamá-lo à razão relativamente a Violeta. Além disso, é o único que não abandona Leandro, acompanhando-o na pobreza e na cegueira.

 

6.2. Neste excerto é tratado o tema da tolerância. Com efeito, os gatos aceitam Kengah tal como ela é.

 

Grupo II

 

1.1. Divide e classifica as orações das frases que se seguem.

a. Chega-me o fato = oração subordinante

 que está na cadeira = oração subordinada adjetiva relativa

b. Visto fato escuro = oração subordinante

Quando tenho audição = oração subordinada adverbial temporal

c. Não posso assistir ao concerto didático = oração subordinante

 uma vez que estou na aula = oração subordinada adverbial causal

 

1.2. Divide e classifica as orações das frases que se seguem.

a. O Martim atrasou-se = oração coordenada

logo, perdeu o autocarro = oração coordenada conclusiva

b. Ele está triste= oração coordenada

 pois não conseguiu acabar o trabalho = oração coordenada explicativa

c. Nem estudas = oração coordenada copulativa

 nem me ajudas = oração coordenada copulativa

2.

a. O João está a tremer, pois tem frio.

b. As nuvens desapareceram, logo, não vai chover.

c. Mal eu entrei , ela saiu.

d. Não vou à escola, porque estou muito constipado.

 

3.

a. Passo a vida a ouvi-las.

b. Amarílis não o  suporta.

c. Tens de comê-lo sem deixar migalhas.

d.o  decorámos.

e. Alguém as trouxe?

f. Os alunos de Educação Visual fizeram-nos.

 

4.

a. Seria melhor se Leandro não confiasse no seu conselheiro.

b. Talvez Felizardo não dissesse aquilo por mal.

c. Simplício ri-se por tudo e por nada.

d. Na verdade, a questão resolve-se graças à persistência de Violeta.

 

5.

a. Naquele dia, houve um belo banquete no reino do príncipe Reginaldo.

b. Ah! Que belas iguarias se podem apreciar à mesa de Reginaldo! muito que não via nada assim…

c. Carregada, Briolanja traz o javali numa enorme bandeja.

d. Com certeza o Rei Leandro apreciará os manjares que lhe são apresentados.

 

6.

a. Leandro fora ingénuo a ponto de acreditar em Hortênsia e Amarílis.

b. Se Leandro tivesse mais paciência, nada disto teria acontecido.

c. Se pudesse, eu faria os Estados Unidos de costa a costa.

d. Alguns passageiros põem os pés em cima dos assentos.

e. A Joana dirá o que tu lhe disseres.

f. Aquele degrau é traiçoeiro e as pessoas de idade caem com facilidade

 

 

Grupo III

Resposta livre

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Robert Muchamore na Feira do Livro de Lisboa

Lido no DN on-line de hoje
Robert Muchamore na Feira do Livro de Lisboa








O criador do best seller juvenil Cherub, Robert Muchamore, veio lançar uma nova coleção (Rock War) e, em entrevista ao DN, fala da saga que já vendeu meio milhão de exemplares em Portugal.


Já houve um fã que lhe pediu para assinar um ananás. Outra que era tão grande e gorda e estava tão feliz por o conhecer que quando o abraçou levantou-lhe os pés do chão. Em Lisboa, esta semana na Feira do Livro, autografou um exemplar de O Recruta com seis anos e muito uso. Robert Muchamore ficou admirado com o livro que uma jovem lhe estendeu. Mais admirado quando soube que Mafalda tem 19 anos e é sua fã. Leu todos os livros, mais que uma vez. Agora, ela lê Jane Austen mas não quis deixar de pedir um autógrafo ao autor que acompanhou na adolescência. Cherub marca já gerações de leitores em todo o mundo, com oito milhões vendidos.
Robert, devo confessar que não conhecia os seus livros...
... normalmente tens de ter 12 anos para conhecer os meus livros (risos).
... mas um rapaz de nove anos surripiou O Recruta [ primeiro volume da coleção Cherub] que eu estava a ler e deixou de querer saber de PlayStation ou televisão. Qual o segredo?
Isso é fantástico! Acho que o que diferencia os meus livros é que eles estão no mundo real, com traficantes de droga e terroristas e eu faço as crianças e os acontecimentos parecerem reais. Não há poções mágicas ou armas fantásticas. Um dos e-mails mais comuns que recebo dos fãs é "a Cherub é real? Posso pertencer à Cherub?" Quando as crianças leem os livros pensam: isto podia acontecer-me. Isso é o poder e a atração que explica o sucesso destes livros.

(Marina Almeida)