terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Perfeitos, nem os melhores amigos


Eis um retrato do meu melhor amigo, ********* .

Ele é alto e magro e tem cabelos da cor do sol.
É muito divertido e é amigo do amigo, como naquela expressão «amigo do meu amigo meu amigo é», mas, às vezes, zanga-se e não é pouco (como os pais, quando lhes dizemos uma má notícia - por exemplo uma má nota - ficam muito zangados, mas no dia a seguir fingem que nada aconteceu).
Ele só não é amigo de quem o aborrece, mas não é que isso aconteça muitas vezes, não é?
Continuando: ele praticamente só come carne, e arroz, como se fosse um leão ou um animal carnívoro, daqueles que só comem carne. Também prefere ficar em casa a falar comigo através do «Skype» (meio de comunicação através da internet) a ir passear ou sair de casa (exceto quando vem a minha casa ou a uma festa).
Ele gosta de jogar computador, e não é pouco. Eu, às vezes, penso que ele é «nerd», pois não tira lá muito boas notas.
   Para concluir, só quero dizer que ninguém é perfeito, nem o melhor amigo.

 
                                                                                                                                              Vasco

Retrato de uma senhora (Inês)






(Fonte: http://bertc.com/g9/images/magritte_3.jpg, consultada em 29/12/2014)




Chamo-me Inês, nasci dia 27 de maio de 2002 e tenho doze anos. Nasci na clínica de Santa Tecla, em Braga. Tenho uma irmã cinco anos mais velha do que eu.
Tenho grandes olhos castanhos. Acho que a minha altura é normal para a minha idade. O meu cabelo é castanho e comprido. Não gosto muito do meu cabelo, pois tem uma particularidade: tanto é liso como ondulado. Psicologicamente, considero-me uma pessoa amigável, porém muito desarrumada e muito esquecida. Penso que isso me torna uma pessoa um pouco irritante, porque me esqueço de tudo - muitas vezes de coisas importantes, o que é um tanto inconveniente. Esses são os meus traços negativos. Também posso ficar bastante nervosa, antes de audições, provas, testes, exames e concursos.
Adoro ouvir música enquanto passeio de carro, na praia, enquanto estudo ou leio, ou quando não tenho nada para fazer, como nas férias. Não costumo estudar com música, porque a minha mãe diz que me desconcentra. Eu até concordo com ela, mas fico revoltada porque acho agradável. Também adoro ocasiões festivas, principalmente o Natal, pois posso estar com a minha família toda junta. E também porque gosto da comida tradicional dessa ocasião, e claro, dos presentes.
Em suma, considero-me  uma rapariga bastante normal, com as minhas particularidades, claro.

Eragon, meu herói

   edward_speleers-10-eragon.jpg (400×335)



(Fonte: https://ladygeekgirl.files.wordpress.com/, consultada em 30/12/2014)
Eragon é uma criança com 14 anos, e vou descrevê-la porque é a minha personagem de literatura favorita. Ele é de estatura média, tem cabelo loiro e curto, uns olhos belos como o mar e um nariz achatado. É muito simpático, atencioso e divertido, como toda a sua família.
   Toda a gente gosta dele, porque sempre que alguém está em perigo, ou sem comida, ou precisa de cuidados, Eragon ajuda. Ele não tem nenhum aspeto negativo.
   Não é muito cuidadoso com a roupa: costuma usar umas calças simples e uma '' t-shirt'' no verão. No Inverno, usa uma ''sweat'' e um casaco vermelho muito quentinho, oferecido pelos avôs.
   Para concluir, considero que das personagens de literatura, é o mais simpático, e adorado. Para mim, é um herói.

Rui

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Retrato de Nikki


Eu li, e ainda leio, uma coleção de livros que acho muito engraçados. É história de uma rapariga chamada Nikki, que entrou no secundário.
  A Nikki é muito bonita, é loira, elegante, tem os olhos castanhos e é alta. Anda vestida como praticamente toda a gente, mas usa sempre rabo-de-cavalo e deixa sempre, por onde passa, um cheirinho agradável, como aquele cheiro fresco das manhãs de primavera.
  Com todas as suas aventuras e discussões, tenta sempre não desistir, o que acho muito bom, embora ela também goste de “amuar” com vida. Quando chega a casa, gosta de escrever no seu diário para desabafar, desenhar e de artes. Adora estar com as pessoas, principalmente com as suas amigas e amigos. Ela tem uma vida engraçada, cheia e recheada de aventuras, discussões e também confusões. De qualquer modo, é demasiado rápida, quer crescer muito depressa. Eu, por mim, ficava assim para sempre: a vida de adulto, que ela tanto deseja, se calhar não é assim tão boa…

Margarida S

Retrato de um senhor (Guilherme M)







(Fonte: http://3.bp.blogspot.com, consultada em 29/12/2014)



Chamo-me Guilherme e sou um rapaz alto e magro. Tenho o cabelo castanho escuro e olhos expressivos da mesma cor. O meu nariz é arrebitado e tenho sempre um sorriso nos lábios.


Psicologicamente, penso que sou simpático, alegre e confiante, porque tenho muitos amigos, estou sempre bem disposto e confio nas minhas capacidades. A minha maior qualidade é ser ambicioso (e trabalhar para isso). Além disso, também sou curioso, o que me leva a querer sempre aprender mais.
Por outro lado, a dificuldade em gerir o meu tempo corretamente é um dos meus defeitos. Também fico frustado quando não consigo concretizar as minhas espectativas. Estes são dois aspetos que tenho de melhorar.
Nos meus tempos livres, gosto de jogar futebol e de conversar com os meus amigos. Mas o que eu prefiro é de tocar piano. Tocar piano, para mim, é como respirar!
Resumindo, penso que sou um rapaz como todos os outros, com defeitos e qualidades.

Retrato de uma senhora (Mafalda)







(Fonte: http://bertc.com/g9/images/magritte_3.jpg, consultada em 29/12/2014)



Olá! Sou a Mafalda, tenho doze anos e estudo música desde os seis anos. Sou um pouco alta para  minha idade, tenho olhos castanho azeitona, o cabelo escuro, o nariz achatado, umas grandes pestanas. Sou magrinha, tenho pernas e braços compridos e mãos grandes.

Intelectualmente, tenho traços positivos e negativos. Sou brincalhona, divertida e amorosa. Inteligente - acho eu - estudiosa e trabalhadora. Todavia, às vezes consigo ser um pouco resmungona, teimosa, desobediente, e também um bocadinho “chata” e “pedinchona” demais com os meus pais.

Adoro desporto. Tenho uma paixão especial por todo o tipo de música, visto que aprendo a gostar dela e a estudá-la desde muito nova. Gosto de roupa da moda (depende), e bonita. No entanto, não gosto muito daquelas “piquices” de luzinhas e brilhantes, visto que também já não tenho idade para tal, não é verdade? Mas, francamente nunca gostei muito.

Em suma: sou uma pessoa simples, brincalhona, mas trabalhadora, adoro a minha família, os meus amigos; e o mais importante é que gosto muito de ser como sou.


Retrato de uma senhora (Francisca)






(Fonte: http://bertc.com/g9/images/magritte_3.jpg, consultada em 29/12/2014)


Vou falar-vos sobre mim, começando com o meu aspeto físico e psicológico, de seguida os meus  traços positivos e negativos, os meus gostos e preferências e, para finalizar, uma breve conclusão.

Fisicamente, sou magra e alta, tenho cabelo encaracolado e escuro (daí eu ser morena), e tenho uns olhos grandes como o sol! O que mais me agrada fisicamente são os meus olhos, pela sua cor e formato. Também me cativa o meu cabelo, por ser encaracolado e escuro. O que mais me descontenta é a altura. Quero ganhar massa muscular, mas, por mais que esforce, acaba por não ter muito resultado.
Intelectualmente, penso que tenho alguns aspectos que fisicamente não se confirmam. Penso que sou uma pessoa agradável (quando quero), ajudo sempre os outro e considero-me uma boa pessoa.
Tenho muitos gostos e preferências, porém o que eu mais aprecio são gelados, pizza e gomas. Odeio couves e qualquer outro tipo de legumes verdes. Gosto de pessoas altas e morenas, musculadas, de olhos azuis ou verdes claros.
Contudo, apesar de todos os meus defeitos e qualidades, gosto de ser como sou!



Hazel Grace, um exemplo




(Fonte:http://37.media.tumblr.com/consultada em 29/12/2014)
Hazel Grace é uma menina de 16 anos. Fisicamente, é magra, tem o cabelo curto, olhos castanhos e, como tem um problema respiratório, tem sempre uma bomba de oxigénio colocada num carrinho de mão azul, ao qual deu o nome de Philip.

Hazel é uma menina simpática, simples, honesta e bem-educada. Mas também tem defeitos, como toda a gente: não é uma rapariga muito sociável.

Hazel tem uma paixão incrível por livros, principalmente por um que foi escrito por Peter Van Houten, o qual já leu centenas de vezes, sem se cansar. Mas há um problema, o livro acaba em ‘’suspense’’, por isso ela tenta ir a Amsterdão para conhecer Van Houten e ficar a saber como acaba o livro.

Apesar de não o admitir, Hazel está apaixonada por um rapaz do grupo de apoio a doentes oncológicos, Augustus (amputou metade de uma perna).

Para concluir, considero Hazel um exemplo para todos nós, pois ela encara a sua doença como se fosse a sua melhor amiga. Todos nós devíamos ser assim. E também porque arriscou a sua vida só para conhecer Peter Van Houten - embora, no final, fique muito desiludida.
Sofia

Uma personagem interessante


(Fonte: https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/74/89/87/748987f8c295edd30d50eb004619442a.jpg consultada em 29/12/2014)

A minha personagem preferida da série Gravity Falls é Dipper Pines e é uma personagem engraçada e inteligente. Os desafios de Gravity Falls não são mais do que um puzzle que se recebe no Natal.
Dipper é um rapaz baixo, magro e, fisicamente, um pouco fraco. Tem uma cabeça circular, um pouco achatada como o planeta Terra, uns olhos grandes e um nariz pequeno. O que ele normalmente usa, no seu dia a dia, é um chapéu com um pinheiro e calções, variando a camisola.
Ele tem um espírito aventureiro. Mesmo que se ponha, às vezes, numa “embrulhada”, consegue sempre sair vitorioso.
Para continuar, o Dipper nunca se cansa de ajudar os amigos: sempre que vê alguém a precisar de ajuda, não hesita e nem o vento o ultrapassa, como é mostrado num episódio da segunda temporada: o seu amigo Soos fazia anos, mas não gostava de festejar o aniversário. Então o Dipper e a sua irmã gémea, Mabel, vão ao futuro ganhar um desejo do tempo para Soos desejar o que quiser e, no final, aprendem uma lição valiosa.
Para concluir, Dipper Pines é uma personagem interessante que está sempre pronta para tudo e que, com a sua irmã Mabel, vai desvendar todos os mistérios de Gravity Falls.

 
André L





terça-feira, 16 de dezembro de 2014

O Cavaleiro da Dinamarca escreve-nos


Florença,10 de maio de 1550

Querida família:

Estou a enviar-vos esta carta para contar as aventuras que tenho vivido. Em Jerusalém, encontrei mais peregrinos que também iam passar a noite de Natal na gruta onde nasceu Jesus.

 Depois segui para Jafa, onde apanhei o barco. Mas, fui obrigado a parar em Ravena, porque o mesmo estava desfeito. Então, decidi esperar por outro barco, mas um comerciante convidou-me a ir para Veneza; aceitei o convite. Lá, vi uma cidade construída sobre água, cuja beleza era enorme.

Agora, encontro-me aqui em Florença, onde há muitas estátuas de bronze. Vê-se que neste lugar se estuda muita matemática, astronomia e também escultura. Já ouvi histórias sobre um grande pintor de Itália, chamado Giotto. E ouvi uma história sobre um grande poeta italiano, chamado Dante que viu, ainda vivo, o inferno e o céu.

Beijos e abraços    

Cavaleiro

sábado, 13 de dezembro de 2014

Trás ou Traz?





Trás significa "atrás de; após" (ano após ano ) e é usada em várias expressões com o sentido de «parte ou lado posterior»:
    Ele caiu para trás.
Traz é a terceira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo trazer:
    O João traz o livro.



In http://www. portoeditora.pt (acedido em 13/12/2014)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Cenário de correção 7.ºA

Grupo I

Sensação visual :O velho Rato de Água [t]inha uns olhinhos que pareciam contas, muito vivos, e uns bigodes cinzentos e rijos como arame.” / “Os patinhos nadavam no lago e pareciam um bando de canários amarelos; a mãe, que era muito branca e tinha as pernas encarnadas (…)
Sensação tátil:O velho Rato de Água [t]inha uns bigodes (…) rijos como arame.”
Sensação de movimento:O velho Rato de Água foi o primeiro a pôr a cabeça fora do seu buraco.” / “[A] mãe (…) estava a ensiná-los a mergulharem as cabecinhas na água.”
 
Primeiro – adjetivo numeral
Arame – nome comum
e – conjunção coordenativa copulativa
Bando – nome coletivo
Encarnadas – adjetivo qualificativo
Nunca – advérbio de tempo
Não – advérbio de negação
Na – contração da preposição em com o artigo definido a
 
Oração coordenada conclusiva: “(…) logo, tem boas notas.”
Oração coordenada explicativa: “(…) pois os livros estão em cima da mesa.”
Oração coordenada adversativa: “(…) mas não conseguiu emagrecer.”
Oração coordenada disjuntiva: “(…) ou faço uma síntese?”
Oração coordenada copulativa: “(…) e fizeram a síntese da matéria.”
 
Orações coordenadas assindéticas
 
O computador da Mafalda é novo, mas avariou-se.
A Estefânia está com febre, logo, não vem às aulas. / A Estefânia não vem às aulas, pois está com febre.
Tu queres um livro ou preferes um DVD?
O quarto do Martim é luminoso e está muito confortável. / O quarto do Martim nem é luminoso, nem está muito confortável. / O quarto do Martim não só é luminoso, como está muito confortável.
Estás rouco, pois saíste sem casaco. / Saíste sem casaco, logo, estás rouco.
 
d.  → a. → e. →  c. → b.     (Para começar   em seguidaConsidero que  ainda mas)
 
 
Max vive em Munique com os seus pais e irmãos — e com Mix, o seu inseparável gato preto com uma mancha branca na barriga. Max cresce e decide mudar de cidade, levando-o consigo. Porém, Max começa a trabalhar e tem de o deixar sozinho. Quando Max o prende em casa, o gato fica tristíssimo.
 
Mix apanha-o: o ladrão;
Ele: Mex / um ratinho mexicano
 
Sujeito (nulo) indeterminado
Sujeito (nulo) subentendido
 
Verbo defetivo impessoal
Verbo defetivo impessoal
Verbo defetivo unipessoal
 
Grupo II
Resposta livre

Cenário de correção 7.ºB



Grupo I


Bando – nome coletivo

Não – advérbio de negação

Especiais – adjetivo qualificativo

Ao – contração da preposição a com o artigo definido o

Mas – conjunção coordenativa adversativa

Talento – nome

Primeira – adjetivo numeral

 

Sensação visual: “Feita de refugo” / ”Parecia mesmo suja”

Sensação olfativa: “Cheirava pior que um texugo”

 

 Oração coordenada conclusiva: “(…) logo, tem boas notas.”

Oração coordenada explicativa: “(…) pois os livros estão em cima da mesa.”

Oração coordenada adversativa: “(…) mas não conseguiu emagrecer.”

Oração coordenada disjuntiva: “(…) ou faço uma síntese?”

Oração coordenada copulativa: “(…)e fizeram a síntese da matéria.”

 

Orações coordenadas assindéticas

 

O computador da Mafalda é novo, mas avariou-se.

A Estefânia está com febre, logo, não vem às aulas. / A Estefânia não vem às aulas, pois está com febre.

Tu queres um livro ou preferes um DVD?

O quarto do Martim é luminoso e está muito confortável. / O quarto do Martim nem é luminoso, nem está muito confortável. / O quarto do Martim não só é luminoso, como está muito confortável.

Estás rouco, pois saíste sem casaco. / Saíste sem casaco, logo, estás rouco.

 

e.  → d. → c. →  a. → b.     (mas →  para começar → onde →  Além disso→ Para concluir)

 

Max vive em Munique com os seus pais e irmãos — e com Mix, o seu inseparável gato preto com uma mancha branca na barriga. Max cresce e decide mudar de cidade, levando-o consigo. Porém, Max começa a trabalhar e tem de o deixar sozinho. Quando Max o prende em casa, o gato fica tristíssimo.

 

Mix apanha-o: o ladrão;

Ele: Mex / um ratinho mexicano

 

Sujeito (nulo) indeterminado

Sujeito (nulo) subentendido

 

Verbo defetivo impessoal

Verbo defetivo unipessoal

Verbo defetivo impessoal

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Objetivos para o 2º teste 7.º A/B







As perguntas vão incidir sobretudo no que estudámos neste período, mas também pode haver questões abordadas no ciclo anterior.  Mas TODOS os testes de Português são assim, não é?
testy.jpg (425×270)

Gramática



      • Identificar processos de coordenação entre orações: orações coordenadas copulativas (sindéticas e assindéticas), adversativas, disjuntivas, conclusivas  e explicativas



      Sugestão: fazer as tarefas do caderno de exercícios (pp. 70-73). No fim, mas só no fim, confrontar as respostas com as soluções.



          • Integrar palavras nas classes a que pertencem: nome próprio e comum (coletivo), adjetivo (qualificativo e numeral), conjunções e locuções conjuncionais coordenativas, advérbios ou locuções adverbiais, pronomes (indicando os respetivos antecedentes)
          Sugestão: fazer as tarefas do caderno de exercícios (pp. 20-21; p. 24; pp. 51-52 - só o exercício 5; pp. 35-40;  pp. 43 - só os exercícios 4 e 5 ).

          • Reconhecer as formas dos verbos defetivos (impessoais e unipessoais)
          Sugestão: fazer as tarefas do caderno de exercícios (p. 32, exercícios 12 e 12.1.)

          • Identificar o sujeito subentendido e o sujeito indeterminado
          Sugestão: fazer as tarefas do caderno de exercícios (pp. 15, exercícios 12 e 12.1.)
          Escrita
           
          Planificar textos, estabelecendo objetivos para o que se pretende escrever, organizando a informação segundo o tipo de texto (narrativo/biográfico/retrato/autorretrato ou “e-mail”), ordenando e organizando a informação, estabelecendo e fazendo a marcação de parágrafos.

          Escrever textos de estrutura e formato apropriados, adequados ao público, com vocabulário diversificado. As estruturas sintáticas também devem ser variadas (já expliquei que não quero apenas ee, ou ou e mas mas (isto é: devem variar as conjunções e os conetores, que estão, já agora, nas páginas 259 e 251 do manual, respetivamente). Devem ainda utilizar adequadamente os sinais auxiliares da escrita e a pontuação.

          No fim: rever os textos escritos, avaliando a sua correção e adequação. Atenção ao registos de língua, de que falámos muito ao longo do período. Será dado relevo especial às sensações (visuais, auditivas, táteis, olfativas, gustativas e de movimento). Caso seja necessário: reformular o texto escrito, suprimindo, mudando de sítio e reescrevendo o que estiver incorreto.
          Sugestão: fazer as tarefas do caderno de exercícios (pp. 88-93).

           A caligrafia deve ser legível, pois não sou perita em grafologia. Devem escrever todas as respostas na(s) folha(s) de teste da escola. Não corrigirei respostas escritas no enunciado.


           

           

          segunda-feira, 17 de novembro de 2014

          Para os mais distraídos


          Para o caso de estarem distraídos quando eu disse isto na aula, que fique bem claro que


          • um cenário de correção de um teste de Português pode ter, na parte A, alternativas aceitáveis;
          • os alunos não têm de escrever necessariamente assim. Devem redigir de acordo com o ano em que se encontram e com o seu grau de maturidade. Já as correções e comentários que escrevo nos testes são i-m-p-o-r-t-a-n-t-í-s-s-i-m-a-s e devem ser levadas muito a sério.

          Cenário de correção do 1º teste (7.ºA)


          1. 1º momento: da linha 1 à 6 (apresentação da situação inicial e das personagens)

          2º momento: da linha 6 à 21 (casamento da rapariga e aprisionamento do Diabo)

          3º momento: da linha 22 à 33 (encontro do soldado com o Diabo; fazem um pacto)

          4º momento: da linha 34 à 44 (doença da princesa, fuga do diabo e casamento com o soldado).

           
          2. A senhora queria que a filha se casasse, pois assim poderia deixar de a acompanhar aos bailes que tanto a aborreciam. Os bailes eram das poucas ocasiões em que os jovens se podiam encontrar. 
          3.  

            1. A mãe sugeriu que a filha que à noite, quando se fosse deitar, benzesse o quarto com água benta.
            2. A filha fez o que a mãe lhe dissera e o noivo – isto é, o Diabo – “deu dois estouros”, saindo pelo buraco da fechadura. A sogra, que estava à espreita com um recipiente encostado ao buraco da fechadura, encerrou-o num frasco.
            3. A mãe da jovem deixou o frasco no alto da serra.
               
              4.1. Chegado à serra, o soldado ouviu o Diabo. Este propôs-lhe um pacto: se fosse libertado, o Diabo meter-se-ia no corpo da Princesa e ninguém a conseguiria curar, exceto o rapaz, que assim obteria a mão da Princesa.

          4.2. O soldado era curioso, pois insistiu em ir à serra ver, por si próprio, o que se passava. Por outro lado, era ambicioso, porque libertou o Diabo para se casar com a Princesa.
          5. O rapaz mandou tocar todos os sinos a rebate, fingindo que estava a chamar a sogra do Diabo, o qual, com medo, fugiu. 


          6. a.não gostava de festas” (linha 2).
          b. “estava à espreita” (linha 19).
          c. “não fez a vontade à mãe” (linhas 25-26).
          d. “fingiu que a tratava” (linha 42).
           7.  

          • Conjuga factos reais e históricos com elementos fantasiosos
            Aos factos reais, como a forma como os jovens conviviam ou a ida dos rapazes para a tropa, aliam-se elementos fantasiosos (o frasco mágico, os poderes do Diabo)
          • Recorre frequentemente ao sobrenatural
            Coexistem personagens reais, como o soldado, com uma personagem sobrenatural, o Diabo.
          • É situada no tempo e no espaço
            Embora não seja claramente situada no tempo (apenas sabemos que ainda havia princesas e reis), temos a indicação de que, quanto ao espaço, esta história teria ocorrido em Penha Garcia
          8. 
          1.  “A filha pediu à mãe que a levasse consigo ao baile do dia seguinte.”
             
          2.  “– Minha filha – explicou a mãe –  casar-te-ei  com o primeiro que aparecer, pois estou velha e cansada.”
             
            Parte B
             


            1. Local e data → saudação e denominação do destinatário → corpo da carta → fórmula de despedida → assinatura
            2.  C)

          1. No tempo em que as pessoas ainda conversavam ao serão, três velhos senhores propuseram três enigmas aos que os escutavam. O primeiro senhor disse:
            Qual é a coisa, qual é ela, que, quando faz calor, cobre?
             O segundo senhor disse:
             – Qual é a coisa, qual é ela, que, quando não se vê, tapa?
            O terceiro senhor disse:
            Qual é a coisa, qual é ela, que carregamos quando estamos cansados de andar?
            Os que estavam a ouvir ficaram confusos e calados. Ao verem que ninguém respondia, os três senhores riram com gosto. A pedido de todos, revelaram os enigmas que eram, nada mais, nada menos, do que o chapéu, os óculos e a bengala.