terça-feira, 9 de junho de 2015

Cenário de correção (7.ºA)


1.1. "(dá um grito e cai de joelhos diante do pai” é uma indicação cénica relativa a Violeta.

1.2. As didascálias são indicações que o autor fornece aos diversos intervenientes na encenação. As informações acerca da movimentação cénica, das emoções ou do vestuário das personagens interessam aos atores e ao encenador. As informações relativas ao cenário, à luz ou ao som são úteis para o encenador, para o luminotécnico, para o figurinista ou para o sonoplasta.

2.1.A caraterização da personagem príncipe Felizardo é b).

         

2.2. Felizardo não é caraterizado de forma direta. É graças às suas falas e à sua atuação que deduzimos que o Príncipe é grosseiro, pois interrompe o discurso do rei (“Ora, ora, sonhos são tretas. Eu cá nunca sonho.”) e ignorante, pois não sabe o que significa premonição (“PRÍNCIPE FELIZARDO (para Simplício): Pré... quê?”).

 

3. Com a metáfora das rédeas, o rei Leandro refere-se ao governo do reino da Helíria.

 

4. Julgando que os deuses “querem que [ele] deixe de reinar (…)” e que “devem pensar que  est[á] velho de mais”, o monarca decide legar o seu reino às filhas. Leandro considera que “[j]á trabalh[ou] tempo suficiente e “que mere[ce] descansar, e gozar em paz os anos de vida que [lhe] restam.”

5.1. Nos apartes, a cena suspende-se e os atores dirigem-se diretamente ao público, de tal forma que – supostamente –, as personagens que se encontram no palco não ouvem os apartes.

5.2. Se o Bobo fosse ouvido pelo rei Leandro, poderia ser punido pela sua impertinência.

6.1. O rei nunca deveria ter legado o seu reino, já que Hortênsia e Amarílis não cumpriram as suas promessas. Uma vez detentoras de todo o poder, expulsaram o pai, e só Violeta e o Príncipe Reginaldo o acolheram.

Texto B

 

7.1. Kengah não pôde levantar voo, porque “[o] maldito petróleo [lhe] pegava as penas da rabadilha, de tal maneira que não podia orientar a subida”.

7.2. O tema deste excerto é a poluição.

Grupo II

 

1.1. a. Chega-me o fato = oração subordinante

 que está na cadeira = oração subordinada adjetiva relativa

b. Visto fato escuro = oração subordinante

Quando tenho audição = oração subordinada adverbial temporal

c. Não posso assistir ao concerto didático = oração subordinante

 uma vez que estou na aula = oração subordinada adverbial causal

 

1.2. a. O Martim atrasou-se = oração coordenada

logo, perdeu o autocarro = oração coordenada conclusiva

b. Ele está triste= oração coordenada

 pois não conseguiu acabar o trabalho = oração coordenada explicativa

c. Nem estudas = oração coordenada copulativa

 nem me ajudas = oração coordenada copulativa

2.

a. O João está a tremer, pois tem frio.

b. As nuvens desapareceram; logo, não vai chover.

c. Mal eu entrei, ela saiu.

d. Não vou à escola, porque estou muito constipado.

 

3.

a. Tu compra-lo na Senhora-a-Branca.

b. Briolanja fê-lo em forno de lenha.

c. Ela não o diz a ninguém.

d.o comprámos para esta semana.

e. Trouxeram-nas?

f. Quem o escreveu?

g. Ainda não o acabaste?

 

4.

a. O banquete realiza-se no reino da Helíria.

b. Talvez Felizardo não dissesse aquilo por mal.

c. Seria melhor se Leandro confiasse no seu conselheiro.

d. Na verdade, a questão resolve-se graças à persistência de Violeta.

 

5.

a. três dias que Violeta escolhe as melhores iguarias do seu reino para o banquete.

b. Leandro tomou assento à cabeceira da mesa.

c. Com certeza o Rei Leandro apreciará os manjares que lhe são apresentados.

d. Briolanja traz o javali.

 

6.

a. Se Leandro fosse mais prudente, nada disto teria acontecido.

b. Leandro acreditara na hipocrisia das duas filhas mais velhas, pois era extremamente ingénuo.

c. Eu diria que o Hugo não estudou nada para o teste…

d. Talvez ele tenha estudado, afinal…

e. Tu puseste os pés em cima das cadeiras?!

f. A Joana fará tudo o que tu lhe disseres.

g. No final do concerto, os músicos saem pela porta lateral.

 

Grupo III

 

Resposta livre

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